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Cidades

Hospital Regional atende mais de 10 mil pessoas em janeiro

Pelo 12º mês seguido, os acidentes de motos lideraram as estatísticas do Hospital, com 525 atendimentos.

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Da Redação
Com assessoria

Segundo dados da primeira estatística do ano, 10.193 pessoas foram atendidas no Hospital Regional de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga, em Campina Grande. A maioria constou de atendimento ambulatório, sendo 4.394 atendimentos na parte Clínica, 1.416 na Pediatria, 2.729 na Ortopedia, 1.399 Cirurgia e 255 Buco-Maxilo-Facial.

Pelo 12º mês seguido, os acidentes de motos lideraram as estatísticas do Hospital Regional. Entre os dias 1º e 30 de janeiro, 525 pessoas acidentadas pelo chamado transporte de duas rodas, deram entrada no setor de urgência e emergência da casa hospitalar.

Os casos de acidentes de motos representaram 28% das ocorrências registradas no Hospital Regional. Em segundo lugar apareceu os casos de intoxicação (170); seguido de mordidas de cachorro (89) e picadas de escorpião (65). O HR registrou ainda em janeiro atendimento a 40 pessoas, atingidas por facadas, 68 vítimas de tiros, 57 acidente de carro, 67 queimaduras, 27 acidentes de bicicletas,44 picadas de outros insetos, 30 envenenamento e ingestão de medicamentos, 61 agressões físicas e 412 outros.

Atendimento

O Hospital Regional não atende apenas pessoas de Campina Grande, mas de 180 cidades da Paraíba e até de outros estados. Dos 10.193 atendimentos feitos em janeiro, 66.52 foram de pessoas que residem em Campina Grande, o que representa um percentual de 65,26% do total de procedimentos.

Em janeiro, entre os dias 1º e 30, vieram para o Hospital Regional em busca de atendimento médico, pessoas de 185 municípios do Brejo, Cariri, Curimataú e Sertão. Somente de Queimadas, foram atendidas 417 pessoas. Lagoa Seca foi a terceira cidade que mais encaminhou pacientes para o Hospital Regional no primeiro mês de 2010– 204 ao todo – sendo seguida por Puxinanã, que enviou 155 pessoas e São Sebastião de Lagoa de Roça, 116.

Faixa etária dos pacientes

A faixa etária dos usuários foi a mais variada possível. Crianças, jovens, adultos e pessoas da chamada terceira idade que recorreram ao hospital em busca de atendimento. Segundo o levantamento, coordenado por Jacira Leal Farias, 7% dos atendimentos foram feitos a pessoas com faixa etária de 1 a 4 anos; 5,85%, foram feitos a pessoas com faixa etária de 6 a 9 anos; 13,29% a pessoas com idade de 10 a 19 anos; 21,04% a pessoas com idade variando dos 20 aos 29 anos; e 15,78%dos atendimentos realizados a pessoas com idade e 30 a 39 anos. O percentual de pessoas com faixa etária de 40 a 49 anos atendidas no HR em janeiro foi de 11,39% e entre 50 a 59 anos, 8,13%. Os maiores de 60 anos totalizaram um percentual de 1,81%.