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Cidades

Regionais negam acordo e greve de professores deve continuar

Dez das doze regionais decidiram por manter a greve apesar da proposta feita pelo Governo esta semana. Assembleia geral decide, amanhã, os rumos do movimento.

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Da Redação

Os professores da rede estadual de ensino se reuniram nas regionais de ensino na noite da quarta-feira (3) para discutir a proposta feita pelo governo aos representantes da categoria e dez das doze regionais decidiram por manter a greve apesar da proposta feita pelo Governo na última segunda-feira.

Isto pode indicar que na assembleia geral dos professores, na tarde da sexta-feira, a paralisação será mantida. A greve começou na última segunda (1) e está deixando mais de 500 mil alunos sem aulas em todo a Paraíba. Mais de 1.200 escolas ficaram vazias.

Na reunião realizada no início da noite da última segunda-feira, no Palácio da Redenção, o governo do Estado assegurou o pagamento de 5% de reajuste salarial retroativo ao mês de janeiro mais 7,86%, em fevereiro, segundo o presidente da Associação dos Professores em Licenciatura Plena do Estado da Paraíba (APLP/PB), Francisco Fernandes.

De acordo com o presidente da Associação dos Professores de Licenciatura Plena (APLP), Francisco Fernandes, no ano passado, o piso salarial para professores da educação básica era de R$ 950 para 40 horas semanais trabalhadas. Este ano, o valor foi reajustado pelo MEC provisoriamente em 7,87%, passando para R$ 1.024,67.

Publicado

A edição da última terça-feira do Diário Oficial do Estado (DO), que só circulou ontem, publicou uma Medida Provisória (MP) que reajusta o salário dos professores da rede estadual de ensino.