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Arimatea Souza

Coluna basicamente política que aborda os principais acontecimentos relacionados à área, seja no âmbito local ou nacional.

Sem racionalidade

Os ´sem tetas´
Confrontado com a defesa de seu impeachment por parte de alguns membros da oposição, o governador Ricardo Coutinho respondeu que “golpista tem em todo canto”.
Para ele, “os que perderam as tetas do governo ou que perderam privilégios” são os que entoam esse discurso.
Conforme RC, esse discurso significa “ausência de respeito ao jogo da democracia. O meu governo veio para mudar”.

 

Inatividade
Até 2015, cerca de 40% dos atuais servidores federais estarão em condições de requerer aposentadoria.

Na fila
No caso da prefeitura campinense, conforme levantamento da PMCG, cerca de 30% dos servidores efetivos deverão atingir a idade para aposentadoria ao longo dos próximos cinco anos – 500 deles já em 2012.

Da boca de...
“... Ele (Aguinaldo Ribeiro) é bom de bola. Jogou no grupo certo...” (deputado Márcio Reinaldo Moreira, MG, que disputava a indicação de ministro com Aguinaldo).

Cartilha
O deputado Damião Feliciano, presidente do PDT/PB, mantém a sua estratégia habitual, postergando para junho (mês das convenções) as decisões sobre o processo eleitoral.
Por enquanto, deixa avançar a pré-candidatura a prefeito do vereador pessoense Geraldo Amorim.

Contemplação
Em Campina, o ´coração´ observou que “já existem algumas candidaturas, mas veremos onde essas candidaturas irão progredir”.

Inadiável
O deputado Trócolli Júnior (PSD) defendeu a “retomada do diálogo” pleno entre o Executivo estadual, a classe política e segmentos importantes da sociedade.
“Que seja retomado com tudo e com todos”, reforçou.

Remédio
Para Trócolli, as crises que têm envolvido a administração estadual “só serão resolvidas com diálogo e mudança de comportamento”.

Na valsa
Questionado numa emissora de rádio pessoense, dias atrás, se cogita disputar as eleições de 2014, o deputado Armando Abílio (PTB) – que tem evitado deliberadamente dar entrevista à APARTE – respondeu que “estou no salão de baile. Se vou dançar, só o tempo dirá”.

Prazer
“Uma conversa maravilhosa”.
Foi assim que o senador Cássio resumiu para APARTE a audiência que teve anteontem, em São Paulo, com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Prolongado
CCL relatou que o papo fluiu por mais de duas horas, com FHC abordando com maestria as análises de conjuntura do País e do mundo.

Racionalidade
Cássio comentou novamente sobre o impasse entre o Executivo e a UEPB acerca das dotações orçamentárias: “Tenho buscado trazer o debate para o campo racional. Da forma que estão conduzindo não faz nenhum sentido”.

Ruptura
Na verdade, os dias se sucedem e a disposição das partes para dialogar é mínima, apesar da conversa agendada para depois de amanhã.
Essa crise entre o governo estadual e a Reitoria só provoca prejuízo - e às duas partes.

Imagem
Do lado do governo, o desgaste político é inevitável, até porque a reitora Marlene Alves está jogando o peso de sua trajetória (e prestígio) na instituição nessa queda-de-braço.

Impermeável
No campo da UEPB, a reação, muitas vezes intempestiva, permite a sensação de que se deseja uma instituição pública imune a qualquer tipo de crise ou de contenção financeira.

Recomendável
O fato é que a lei da autonomia é falha e permite diferentes interpretações, de acordo com a conveniência de que a lê.
O mais apropriado é a rediscussão de seu texto, para se fixar objetivamente o percentual das receitas estaduais que deve caber à UEPB e qual deve ser a precisa base de cálculo.

Questão de fundo
Mas a crise nos remete à necessidade de se adentrar na discussão fundamental: que tamanho de universidade um Estado pobre como a Paraíba pode custear, sem comprometer as suas obrigações (constitucionais) com o ensino fundamental e com outras áreas vitais em termos de serviços à população.

Contrapartida
Também parece inadiável avaliar a dimensão do retorno dado pela UEPB ao milionário investimento (R$ 196 milhões em 2010) que é feito nela com recursos públicos.

Prioridades fixadas
A propósito, a própria reitora Marlene sugere uma bifurcação no debate: “A discussão não é se é muito ou pouco dinheiro. Mas se o dinheiro entregue é bem aplicado”.
Isso nos leva às célebres ´partidas dobradas´ do mundo econômico e à necessidade de também se observar a coluna dos gastos da UEPB.


A ´Maranata´ está desinflando
na PMCG...