Conheça a versão em audio do Jornal da Paraíba
Blogs & Colunas

Varejo & Gestão

Espaço dedicado às novidades do cenário econômico. O leitor é informado sobre as principais atividades dos setores da economia do país e também sobre acontecimentos comerciais do Estado. Contato com o colunista: varejoegestao@jornaldaparaiba.com.br

Empresários e consumidores confiam menos no Brasil

De acordo com acompanhamento feito pelo Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), a confiança de empresários e consumidores voltou ao mesmo patamar observado em 2009, quando o Brasil ainda sofria os efeitos da crise global.
Para Aloisio Campelo, superintendente-adjunto de ciclos econômicos do Ibre, a atual "onda" de pessimismo é diferente da que ocorreu em julho, quando houve queda rápida dos índices por causa das manifestações que tomaram as ruas de diversas cidades do País, mas com recuperação nos meses seguintes. No atual momento, as retrações são menos intensas, mas parecem configurar uma tendência. "Temos desapontamento com crescimento mais fraco da economia nos últimos anos, a inflação ainda é uma questão que adiciona incerteza ao cenário, então é difícil vislumbrar de onde vão vir notícias positivas que possam reverter esse movimento", diz o economista.
Para Campelo, o aumento do pessimismo no início de 2014 reduz as chances de mudanças no cenário de crescimento no horizonte de três a seis meses. "As expectativas tendem a ter influência sobre o ritmo de atividade, o que leva a crer em continuidade do baixo crescimento que temos observado nos anos recentes".
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), por exemplo, caiu 1,7% em fevereiro, a terceira queda consecutiva em relação ao mês imediatamente anterior, e atingiu o menor nível desde maio de 2009. As famílias que consideram a situação econômica ruim aumentaram de 35,7% para 41% do total, enquanto aqueles que consideram o quadro bom representam 15,2% do total, um pouco mais do que os 14,2% em janeiro. Para Campelo, o endividamento e a redução da capacidade de consumo das famílias ainda pesam sobre a confiança, principalmente no que se refere às expectativas, que também estão no nível mais baixo desde 2009.
Já a confiança dos empresários costuma traduzir melhor os movimentos da economia, diz Campelo, da FGV, o que não guarda boa notícia para os próximos meses. O Índice de Confiança Empresarial elaborado pela FGV ficou em 94,6 pontos em fevereiro, abaixo da média dos últimos cinco anos (100 pontos). Desde 2000, o índice só ficou abaixo desse nível entre julho e setembro de 2013, quando as manifestações e a rápida desvalorização da taxa de câmbio abalaram o ânimo dos empresários.

 

Indústria de bebidas prevê alta nas vendas

Depois de um ano de queda na produção, o setor de bebidas espera recuperação moderada em 2014. A avaliação de empresas e de associações é de que o clima quente na maior parte do País, com a perspectiva de manutenção de temperaturas acima da média histórica, e a Copa do Mundo ajudarão nas vendas. Em janeiro, a produção do setor já cresceu 1,8% frente ao mês anterior, descontando-se efeitos sazonais, apontam dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Ainda assim, as empresas permanecem cautelosas. Os custos com insumos continuam subindo com a valorização do dólar e existe a possibilidade de o governo aumentar em abril o imposto sobre bebidas frias, que incluem cervejas e refrigerantes.
O IPP (Índice de Preços ao Produtor), calculado pelo IBGE para a evolução dos reajustes de produtos na porta da fábrica, sem impostos e fretes, mostra que os preços no setor de bebidas subiram 8,62% em 12 meses encerrados em janeiro. Todos os itens do setor – cerveja, chope, refrigerante, xarope para preparação de bebidas e aguardente – estão com alta nos preços. Parte desse aumento decorre do câmbio. Com o real desvalorizado, fica mais caro importar insumos, como cevada, lúpulo e malte.
E, embora o primeiro mês do ano tenha sido de crescimento, no acumulado de 12 meses até janeiro a produção de bebidas caiu 5,6%. Segundo o IBGE, o recuo foi puxado pelos segmentos de cerveja e refrigerante, que representam 45% e 40% do setor de bebidas do país, respectivamente.

 

Encontro de Supermercados do Sertão


Supermercadistas do interior da Paraíba têm encontro marcado nos dias 23 e 24 de abril, na cidade de Patos, durante o IV Encontro de Supermercados do Sertão. Promovido pela Associação Paraibana de Supermercados (ASPB) e Associação Paraibana de Atacadistas e Distribuidores (Aspad), o evento tem como tema o fortalecimento das parcerias entre as empresas do segmento.
São mais de 40 estandes de 25 expositores, que, no total, representam mais de 100 marcas. A expectativa dos organizadores é receber um público superior a dois mil empresários. “Indústrias, atacados, distribuidores e prestadores de serviços participam do Encontro de Supermercados por entenderem que o ambiente da feira, além de gerar negócios, fortalece o relacionamento”, explica o empresário Cícero Bernardo da Silva, presidente da ASPB.

Compartilhe

Comércio varejista cresce 11,4% em fevereiro

O Índice Cielo do Varejo Ampliado de fevereiro aponta crescimento de 11,4% na receita real dos varejistas, sobre o mesmo mês do ano passado. Já a alta nominal foi de 17,4%. Em janeiro, o ICVA havia apurado o crescimento de 15,9% na comparação ano a ano.
Segundo a empresa, o setor de super e hipermercados, que havia sido um dos destaques positivos de janeiro, apresentou desaceleração no último mês. Os números específicos do setor não foram divulgados. Já os segmentos que mais impulsionaram positivamente o resultado de fevereiro foram drogarias e farmácias, materiais de construção e postos de gasolina.
A região Nordeste liderou o ranking de crescimento regional, com alta nominal de 18,8% entre fevereiro de 2013 e 2014. Foi seguida por Norte (17,8%) e Centro-Oeste (17,7%). A região Sudeste teve crescimento de 17,3%, ligeiramente inferior ao da média nacional, enquanto o Sul, mostrou crescimento de 16,5%.
O Índice da Cielo inclui as vendas de veículos automotivos e materiais de construção, que são isoladas nas pesquisas do IBGE e de outros institutos. Por isso o resultado final pode diferir em grande escala dos demais.


Comércio eletrônico deve faturar R$ 53,1 bi em 2014

De acordo com o levantamento da E-Consulting, a soma trimestral dos volumes de transações online dos setores Automotivo, Bens de Consumo e Turismo mostra que o comércio eletrônico no Brasil deve movimentar cerca de R$ 53,1 bilhões em 2014, registrando um crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Um dos fatores que impulsionou os números do e-commerce brasileiro foi a consolidação das operações online de grandes varejistas.
O estudo revela que, entre as três categorias que compõem o índice, Bens de Consumo é a classe mais promissora, representando em 49,7% do varejo online. A previsão para este ano de crescimento é de 34,64%, saindo de um volume de R$ 19,6 bilhões para R$ 26,4 bilhões.
Umas das razões para o destaque deste boom é a aquisição de produtos mais caros e a disseminação das práticas de financiamento ao consumo online feitas por grande parte das operações de e-commerce.
Já a categoria Turismo online, que contempla 25,6% do volume de transações, elevará em 19,30% seu faturamento neste ano, partindo de R$ 11,4 bilhões para 13,6 bilhões. O destaque fica por conta do aumento do poder aquisitivo das classes C e D, programas de estímulo ao turismo interno no Brasil por parte do Governo Federal, além do crescimento do volume de viagens de negócios. Sem contar o movimento previsto para a Copa do Mundo.
Por fim, está o segmento de automóveis, que envolve transações de carros, motos e peças. Para a categoria, com participação de 24,7%, estima-se uma expansão de 6,5%. O volume parte de R$ 12,3 bilhões para R$ 13,1 bilhões.

 

Campanha de fidelização
no varejo

Gerar oportunidades de relacionamento e fidelização é uma tarefa desafiadora para os varejistas. Pequenos e grandes players do mercado entendem que é preciso inovar e despertar no cliente a percepção de que ele é, de fato, especial. Essa é a proposta da rede Extra, que lançou, recentemente, uma ação de fidelização transversal a todos os formatos da bandeira, das lojas físicas ao e-commerce. Intitulado Clube Extra, o programa traz benefícios diversos e vantagens exclusivas aos seus membros.
De acordo com Edson Kawataba, diretor de estratégia e desenvolvimento do GPA, o Clube Extra integra a estratégia da marca de trazer conforto, praticidade e adequação aos diferentes momentos da compra. “O GPA adota uma estratégia centrada nas necessidades e expectativas dos clientes e vem investindo em iniciativas que estimulem sua fidelização às marcas do Grupo, agregando mais opções de escolha e conveniência, oferecendo experiências diferenciadas e benefícios exclusivos”, explica.
Até o final de 2014, a rede espera contar com mais de 3 milhões de usuários cadastrados. Os clientes que tiverem interesse podem aderir gratuitamente ao Clube, realizando cadastro no site da marca. O único pré-requisito é que o usuário tenha mais de 16 anos. Através de cada compra, o cliente acumula pontos que poderão ser trocados por vale-compras. Cada 750 pontos valerá uma compra de R$ 5 reais.
Para acelerar o resgate de vales compra, a rede disponibilizará pontos promocionais em diversos momentos, como no dia de seu aniversário, ao utilizar mais de um canal de compra da marca, nas promoções e também em diversos produtos selecionados da indústria, que estarão por toda a loja.
 

Compartilhe

Diminuição no uso de sacolas plásticas

Devido à falta de uma legislação específica sobre o assunto, o Governo Federal busca obter em discussões – com a indústria, o comércio e entidades que representam os consumidores – subsídios para o "disciplinamento normativo" do uso sustentável do produto.
Por enquanto, as reuniões não ocorrem em clima de embate. Mas tampouco há um consenso: indústria e comércio têm posições divergentes. Integrantes da sociedade civil organizada defendem, por sua vez, fórmulas que não gerem maiores custos aos consumidores.
As discussões ocorrem mensalmente no âmbito de um grupo de trabalho criado pelo Ministério do Meio Ambiente no fim do ano passado. Desde o dia 30 de janeiro, o colegiado já se reuniu três vezes. Ele tem um prazo de seis meses, prorrogável uma vez por um igual período de tempo.
Além da falta de um marco regulatório nacional e da existência de leis estaduais e municipais divergentes sobre o assunto, não há estatísticas oficiais sobre a situação do setor de sacolas plásticas no País. Segundo dados apresentados pelos representantes da indústria no grupo de trabalho, o número de unidades consumidas pela população brasileira em 2012 foi de aproximadamente 12 bilhões, ou 0,2% dos resíduos sólidos do País. Em 2011, o consumo teria sido de 13,2 bilhões de sacolas.
Em contraste, a Abras (Associação Brasileira de Supermercados) estimou em 13,9 bilhões de unidades o consumo de sacolas plásticas no Brasil em 2011. Segundo relatos de participantes dos encontros, alguns representantes do comércio chegaram a defender o fim da distribuição gratuita das sacolas plásticas. Representantes de redes varejistas argumentaram que as sacolas produzidas no Brasil são mais caras que as importadas. Ressaltaram também que os consumidores precisam se conscientizar que usar sacolas plásticas de material não reciclado para embalar lixo representa um desperdício. Integrantes do colegiado relataram ainda que, segundo os representantes do comércio, a simples cobrança pelas sacolas mudaria os hábitos de consumo no Brasil.
Um acordo fechado entre a Abras e o Ministério do Meio Ambiente já busca a redução do consumo de sacolas plásticas em até 40% entre 2010 e 2015. Em 2010, tal consumo nos supermercados foi de 14,9 bilhões de unidades. Sem medida alguma para atenuar esse quadro, o setor estima que o consumo chegaria a 16,5 bilhões de sacolas em 2015.

 

Quem mais compra higiene e
beleza nos supermercados?

Em uma pesquisa do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo) sobre hábitos de consumo de itens desses departamentos, 44% dos respondentes da classe E afirmaram utilizar com frequência os supermercados na compra desses produtos. As farmácias vêm em seguida, com 30% de citações. A venda direta (como porta a porta) tem apenas 18%.
Já na classe D, o percentual cai um pouco, para 37% de frequência de compra nos supermercados, mas ainda à frente das farmácias, citadas por 21% das pessoas. Nas classes A, B e C, as farmácias são o canal mais procurado, com os supermercados brigando pela segunda posição com a venda direta e lojas de shopping centers.
A pesquisa também analisou a preferência (local favorito dos consumidores, independentemente do hábito mais comum de compra) de canais de venda. Nesse quesito, percebeu-se que, na classe C, apenas 14% dos consumidores preferem comprar itens de higiene e beleza no autosserviço, apesar de 17% o fazerem constantemente.
Diferentemente da classe E, que apontou como atributo mais importante na escolha desses canais o custo, as demais classes dão preferência à conveniência.

 

Carrefour eleva vendas no Brasil em 13% no 1º trimestre

Os resultados da rede de origem francesa, referentes aos três primeiros meses do ano, foram divulgados na semana passada, em Paris. As vendas do Carrefour no Brasil cresceram 13% de janeiro a março, em relação a igual período de 2012. O percentual inclui todos os formatos de loja operados pela empresa no Brasil.
A receita global do Carrefour no primeiro trimestre foi de 20,8 bilhões de euros. Tirando o efeito cambial, isso representa uma queda de 1,3% na arrecadação sobre os três primeiros meses do ano passado. Impulsionada por Brasil e Argentina, a América Latina foi a região que mais cresceu, com variação de 11% no período, totalizando vendas de 4 bilhões de euros.
 

Compartilhe

Liminar do STF derruba cobrança de ICMS no e-commerce

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux concedeu liminar para derrubar a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços nos Estados que são destino das mercadorias vendidas pelo comércio eletrônico. Com a decisão, a cobrança passa a acontecer apenas nos Estados de origem.
A liminar de Fux derrubou o Protocolo 21 do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que autorizava a cobrança do ICMS pelos Estados de destino na venda desses produtos. O ministro aceitou argumentos da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), que entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra essa prática, afirmando que se trata de “bitributação”, ou seja, duas cobranças sobre o mesmo produto.
O protocolo 21 engloba 19 Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que alegavam prejuízos no e-commerce por sediar um número reduzido de empresas que utilizam a internet para vender produtos. Já os Estados do Sul e Sudeste, que sediam a maior parte das empresas de comércio eletrônico e arcaram com a cobrança estabelecida, se opuseram à medida, sendo favorecidos pela decisão do ministro do STF.
A decisão de Fux é válida de forma temporária, até que seja encaminhada para o plenário do STF, que poderá mantê-la ou derrubá-la.

 

PIB deve crescer apenas 1,67%, segundo nova projeção

Na semana em que será conhecido o PIB (Produto Interno Bruto) de 2013, a previsão de crescimento da economia brasileira em 2014 caiu de 1,79% para 1,67% na pesquisa Focus, do Banco Central. O PIB de 2013 será divulgado na próxima quinta-feira (27/2).
Para 2015, a estimativa de expansão também recuou, de 2,10% para 2%. Há quatro semanas, as projeções eram, respectivamente, de 1,91% e 2,20%.
A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014 caiu de 1,93% para 1,87%. Para 2015, economistas preveem avanço industrial de 3%, ante 2,89% da pesquisa anterior.
Os analistas reduziram a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014 de 34,80% para 34,70%. Para 2015, segue em 35% há dez semanas.


Inflação

A projeção de inflação medida pelo IPCA para 2014 subiu de 5,93% para 6%, de acordo com a pesquisa Focus. Para 2015, a projeção segue em 5,70%. Já a previsão de inflação para os próximos 12 meses subiu de 6,05% para 6,11%, conforme a projeção suavizada para o IPCA.

 

Juros
Os economistas consultados pelo Banco Central mantiveram a previsão para a taxa Selic ao final de 2014 em 11,25%. Para 2015, a mediana seguiu em 12% ao ano.
A previsão para a taxa que será definida na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de fevereiro, que ocorrerá nesta semana, segue em 10,75% ao ano.
A previsão para a Selic média se manteve em 10,97% ao ano para 2014 e subiu ligeiramente de 11,79% para 11,80% para 2015. Há quatro semanas, estavam em 10,75% e 11,50% ao ano, respectivamente.

 

Mais lares passam a consumir
novos produtos em 2013

Os economistas consultados pelo Banco Central mantiveram a previsão para a taxa Selic ao final de 2014 em 11,25%. Para 2015, a mediana seguiu em 12% ao ano.
A previsão para a taxa que será definida na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de fevereiro, que ocorrerá nesta semana, segue em 10,75% ao ano.
A previsão para a Selic média se manteve em 10,97% ao ano para 2014 e subiu ligeiramente de 11,79% para 11,80% para 2015. Há quatro semanas, estavam em 10,75% e 11,50% ao ano, respectivamente.

Compartilhe

Inflação de produtos típicos do verão é de 8,61%

Nos últimos 12 meses, os produtos de alto consumo no verão subiram mais do que a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que está em 5,59%. A chamada “inflação de verão”, divulgada pelo Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), ficou em 8,61%.
Economistas responsáveis pelo levantamento destacam que o maior aumento foi no preço das bebidas, e dizem que isso não é efeito apenas do forte calor que tem feito desde o início do ano. Ou seja, não é um aumento sazonal.
Segundo comentários de um dos economistas responsáveis pelo levantamento, esses aumentos não aconteceram exclusivamente no verão de 2014, são aumentos que aconteceram do verão passado ao atual. Então, em relação a 2013, bebidas de vários tipos, como chope, cerveja, refrigerante e água subiram mais do que a inflação média, até mais de 10% em alguns casos.
No acumulado de 12 meses, até janeiro de 2014, os sucos de fruta subiram 13,83%, cervejas e chopes tiveram 10,92% de aumento, enquanto refrigerantes e água mineral ficaram 9% mais caros. Para a compra nos supermercados, houve aumento de 16,16% nas polpas de fruta; de 11,69% nas cervejas; e de 9% nos refrigerantes e nas águas. Item fundamental para encarar o sol, o protetor solar ficou 8,48% mais caro.
Por outro lado, o preço de ar-condicionado subiu 3,77% e os ventiladores e circuladores de ar ficaram 2,27% mais caros. O que podemos concluir, é que a concorrência pode ter segurado os preços desses equipamentos.

 

Varejistas registram
crescimento

As altas temperaturas têm alavancado as vendas de itens como ventilador e aparelhos de ar-condicionado nas lojas de varejo. Com estoques abastecidos, os sites do Extra.com.br, Pontofrio.com e CasasBahia.com.br registraram, somente na primeira semana de fevereiro, uma venda equivalente ao volume comercializado durante todo o mês de janeiro de 2013.

 

'Minha Casa Melhor' ajudou nas vendas de móveis e eletrodomésticos


O crédito utilizado por beneficiários do ‘Minha Casa Melhor’ foi responsável por cerca de um terço do crescimento das vendas de móveis e eletrodomésticos em 2013. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o avanço do volume comercializado pelo setor foi de 5% no ano passado. Especialistas dizem que a expansão teria ficado entre 3,4% e 3,6% se não fosse o programa, que financia até R$ 5 mil em compras desses itens para beneficiários do ‘Minha Casa, Minha Vida’.
A medida rebateu também sobre as vendas do comércio restrito como um todo. Do crescimento de 4,3% registrado pelo IBGE, 0,2 ponto porcentual foi devido as compras do Minha Casa Melhor, segundo os cálculos feitos pelos economistas da Tendências Consultoria.
No setor de móveis e eletrodomésticos, onde se concentram os produtos que podem ser adquiridos com o benefício, o Minha Casa Melhor explica 1,4 ponto porcentual da alta de 5% nas vendas, nas estimativas da Tendências. Ainda assim, o desempenho observado pelo IBGE foi o pior desde 2009, quando o setor expandiu as vendas em 2,1%.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o crédito contratado desde junho (quando o programa foi anunciado) até dezembro 2013 chegou a R$ 1,9 bilhão. Desse montante, R$ 1,2 bilhão foi efetivamente utilizado.

 

Endividamento e renda baixa
limitaram maior expansão

A desaceleração da renda e o endividamento das famílias também limitaram o programa ‘Minha Casa Melhor’. O volume de recursos utilizado pelos beneficiários ficou abaixo das estimativas.
Estimativas feitas por especialistas previam um gasto efetivo de R$ 1,9 bilhão, R$ 700 milhões a mais do que mostraram os dados da Caixa Econômica Federal.
O programa começou com bastante fôlego, mas perdeu força. O número de famílias também ficou aquém do esperado. Segundo a CEF, pouco mais de 383 mil contratos foram firmados no ano passado.
Além da desaceleração da renda, a inflação elevada ajudou a corroer os ganhos das famílias menos abastadas, alvos do programa. Apesar do crédito disponível, a decisão de consumo passa por perspectiva de elevação de renda e capacidade de pagamento futuro.
Neste ano, as perspectivas não são muito mais favoráveis para o varejo. Especialistas prevêem aumento de 2,4% nas vendas de móveis e eletrodomésticos e de 4% no varejo restrito.

Compartilhe

Conheça as campeãs do varejo que mais produzem valor

Para avaliar a capacidade das instituições em gerar e proteger valor não apenas para si, mas também para seus clientes, consumidores, acionistas, funcionários e sociedade, a DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em estratégia corporativa, criou o ranking MVP (Mais Valor Produzido) Brasil – Varejo. A listagem contém as 73 companhias do setor que mais geram valor a partir da percepção, avaliação e recomendação de seus stakeholders (acionistas, investidores, colaboradores, e governo).
O ranking foi dividido entre as seguintes categorias do mercado: varejo de produtos, varejo de bens de consumo, varejo financeiro, varejo de convergência, varejo de serviços e, por fim, varejo online. Ao todo são 24 núcleos diferenciados do setor contendo as três primeiras empresas colocadas de cada área.
De acordo com o levantamento, Centauro, Assaí, Alpargatas (Havaianas), Etna, Apple, Livraria Cultura, O Boticário, H.Stern, C&A, In Brands, Leroy Merlin, Fotóptica, Ipiranga, Localiza, Pão de Açúcar, Claro e Netshoes ocuparam o primeiro lugar de cada um dos 24 mercados elencados no ranking das companhias que mais geraram valor neste ano a partir da interação com os seus diferentes públicos.
No quesito rede de franquias, as empresas selecionadas foram O Boticário, Localiza e Cacau Show.
Para chegar ao resultado final, o estudo avaliou ativos como Eficácia da Estratégia Corporativa, Resultados Gerados, Crescimento Evolutivo, Valor das Marcas, Qualidade de Relacionamento com Clientes, Governança Corporativa, Sustentabilidade, Gestão de Talentos, Cultura Corporativa, Inovação, Conhecimento, Grau de Transformação e Uso das Tecnologias Digitais, dentre outros.
Para viabilizar a pesquisa, a consultoria se apoiou na metodologia EVM (Enterprise Value Management), corrente que defende a tese de que o valor produzido pelas empresas, tanto gerado, como protegido, seja este tangível ou intangível, é agregado (ou destruído) e materializado (quantificado) em função da percepção de valor apreendida e tangibilizado pelos stakeholders.

 

Queima de estoques marcou o varejo em janeiro

Segundo a CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas), as vendas a prazo do varejo registraram alta de 5,07% em janeiro, sobre o mesmo mês de 2013. O resultado ficou acima da média esperada pela entidade para o ano de 2014, de 4,5%.
Segundo Roque Pellizzaro, presidente da CNDL, o desempenho acima do esperado pode ser explicado pelas queimas dos estoques de Natal, quando as vendas cresceram em ritmo fraco. "Como, em dezembro, elas ficaram aquém das expectativas, os estoques das lojas passaram um pouco de onde deveriam estar e as liquidações de janeiro foram muito mais fortes neste ano", explica.
Já a inadimplência dos consumidores no varejo cresceu 7,84% em janeiro, bem acima da expectativa para o ano, de 2,5% a 3%. "Historicamente, a inadimplência cresce muito em janeiro, em virtude do desarranjo orçamentário das famílias no fim do ano", afirma Pellizzaro. Mas, segundo ele, isso não deve comprometer o momento de desaceleração da inadimplência pela qual passa o mercado consumidor.
Para o presidente da CNDL, o mercado brasileiro está mais amadurecido. "Amadureceu no aumento da renda, na empregabilidade e principalmente no crédito. Não conseguimos ver em 2013 aumento expressivo na concessão de crédito e isso deve continuar em 2014", destaca.


Sofisticação dos sorvetes tira vendas
dos supermercados

Enquanto os sorvetes tradicionais perdem espaço, o food service, com sorveterias gourmet, vai crescendo no Brasil. Conforme dados da Nielsen, que medem vendas em supermercados, apontam queda nas vendas nos sorvetes desde 2011, enquanto pesquisa da Mintel, que considera outros canais de venda, mostra crescimento de 20% no mesmo período.
Na avaliação de especialistas, a tendência é resultado da expansão da classe C, que, com mais dinheiro à disposição, dá preferência a experimentar sorvetes novos fora de casa. Segundo Molinari, qualquer novo shopping center tem uma ou duas sorveterias na praça de alimentação.
O sorvete "gourmet" é sem dúvida uma arma contra a forte sazonalidade dos sorvetes. No Brasil, embora 77% da população brasileira consuma sorvetes, apenas 25% declara fazer isso durante o ano todo. Vale destacar, que nos supermercados, as vendas crescem durante o verão, mas caem bruscamente nas demais estações.

Compartilhe

Microfranquias: grande saída para quem sonha com o negócio próprio

Segundo pesquisa realizada pela Endeavor Brasil, 76% dos brasileiros têm o desejo de ser dono do próprio do próprio negócio, não ter chefes e ser o único responsável por suas decisões profissionais. Apesar de não ser fácil empreender, existem modelos de negócios que são mais acessíveis e estruturados, garantindo assim menores chances de falência.
Uma boa saída para quem deseja ser dono do próprio negócio é apostar nas microfranquias. Durante o 2013 o setor cresceu 19% e teve um faturamento de 117 bilhões de reais, 14 bilhões a mais do que no ano de 2012.
O grande diferencial das microfranquias, comparando-se com às franquias convencionais, é o investimento inicial mais baixo: até R$ 80 mil. Outro ponto importante de algumas microfranquias é o fato de não serem necessários altos estoques e pontos comerciais físicos: Em alguns casos e conforme cada tipo de segmento há microfranquias que não exigem um ponto comercial nem a formação de estoques de produtos para sua operação, como é o caso dos negócios com prestação de serviços diretamente no local dos clientes. Estes, por terem menores custos e despesas para sua operação, podem potencialmente ter uma lucratividade maior em relação a outros nichos que tenham despesas com aluguel, estoques, manutenção da loja física etc.
Assim como acontece em uma franquia convencional ou negócios de outros setores, manter uma postura empresarial, bem como se identificar com o ramo do negócio, é imprescindível. Como uma microfranquia é muito semelhante à uma franquia convencional, sob o ponto de vista de negócios, o perfil ideal de investidor está ligado à postura como empresário, à dedicação pessoal ao negócio, à capacidade de lidar com pessoas, e ao cuidado e atenção com os clientes, que são exigências necessárias à qualquer tipo de negócio. Um ponto importante que também é válido para as microfranquias, é a identificação do microfranqueado com o tipo de negócio. Gostar do que se faz é um dos componentes de sucesso no negócio.
Para quem está pensando em se tornar um microfranqueado, é preciso escolher um setor com o qual realmente se identifique. Serviços de pequenas obras e reformas domésticas, assistência técnica para informática, serviços de estética, cuidadores de idosos, revendas de produtos porta a porta são apenas alguns tipos de microfranquias existentes.

 

Juros pioram a confiança do varejo ampliado segundo FGV

Se não fosse o atacado, o setor do comércio que se mostrou mais otimista no trimestre até janeiro deste ano, a confiança da atividade pouco teria evoluído desde último trimestre de 2013. Enquanto o sentimento dos empresários do varejo restrito ficou na mesma, a percepção dos comerciantes do segmento ampliado (que inclui veículos e material de construção) voltou a piorar.
Na Sondagem do Comércio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança dos varejistas do setor ampliado caiu 2,6% no trimestre até janeiro em comparação a igual período do ano passado. O resultado intensificou a queda de 1,9% observada no quarto trimestre de 2013, em relação a igual período de 2012.
De acordo com o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloísio Campelo, o que pesou para esse comportamento foi o setor de veículos. A confiança passou de -4,7% para -7,0% no trimestre até janeiro. Ele afirma que isso pode estar relacionado a mudanças graduais no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). De fato, a situação parece um pouco pior para os duráveis, ressaltou o economista. "Com os juros mais altos, o custo financeiro para capital de giro e empréstimos para investimento aparece como fator limitativo à expansão das vendas." Segundo a sondagem, 11,5% das empresas apontaram o custo financeiro como fator limitativo, o maior porcentual desde setembro de 2011 (11,6%).

 

Carro branco virou moda

Nenhuma outra cor cresceu tanto na preferência dos motoristas brasileiros como a branca. De 2009 para cá, o percentual de carros novos pintados nesse tom passou de 10% para 29% do total, aproximando-se do prata (33%).
O movimento ganhou força após o Salão de São Paulo de 2010, quando a BMW exibiu toda sua linha nessa cor. Na época, a estratégia foi considerada ousada, pois o branco era até então associado a carros de frota ou táxis.
Percentual das cores nos carros vendidos em 2013: Prata 33% (34%, em 2009),Branca 29% (10%), Preta 13% (26%), Cinza 11% (14%), Vermelha 8% (5%),Azul 2% (5%), Laranja 2% (3%), Verde 1% (2%).

Compartilhe

Redes de franquias esquentam o mercado no verão

O verão está aí com sol intenso e altas temperaturas. Momento extremamente oportuno para negócios sazonais explorarem a demanda por produtos para refrescar a sensação de calor, para se proteger dele e até mesmo para atender aqueles que se preocupam com a beleza e estética, principalmente, neste período. As redes de franquias são ótimas opções para obter sucesso em negócios sazonais, pois elas geralmente já passaram pela experiência por diversas vezes e possuem assim o know how do que deve ser explorado e evitado.
Para os empreendedores que enxergam a sazonalidade como uma oportunidade e vislumbram tirar proveito da estação, há diversas redes de franquias que oferecem produtos e serviços voltados para esta época do ano. As redes costumam aproveitar ao máximo a estação mais esperada para alavancar os resultados do ano, uma vez que em baixa temporada as estimativas de vendas costumam ser bem abaixo quando comparado a este período - que também é caracterizado pelas férias, momento em que as pessoas estão mais predispostas a gastar.
Algumas empresas no segmento de alimentação, por exemplo, costumam registrar alta de até 50% a mais no movimento, crescendo cerca de 10% nos últimos anos. Entre eles destacam-se as redes de sorvete, açaí, chás gelados, cervejas, milk shake, sucos naturais, alimentação leve e saudável e também a grande onda dos últimos verões, os frozen yogurt. Com os dias mais quentes, aumenta também o faturamento de algumas redes de vestuário de moda praia, fitness e óculos de sol.
Os empreendedores do sistema de franquias possuem um preparo mais adequado para lidar com a sazonalidade que os empreendedores independentes. Estimativa mais precisa do estoque, conhecimento da capacidade logística dos fornecedores para o período, menos perdas em função das altas temperaturas, seleção de produtos que podem ou não ficar expostos ao sol ou calor e regulação da temperatura correta dos equipamentos são algumas das práticas bem-sucedidas em função da experiência adquirida nos verões passados.
Para diminuir os riscos da sazonalidade, ou seja, redução brusca do faturamento na mudança de estação é interessante que as redes ofereçam um mix de produtos maior e que o ponto comercial seja em lugares de clima quente e estável, turísticos ou com grande fluxo de pessoas.
Por fim, antes de escolher o negócio é imprescindível analisar e estar certo de que o segmento é ideal para o perfil do empreendedor. Para tanto, sugere-se visitar as franquias, experimentar os produtos e serviços, conhecer as operações e conversar com outros franqueados ou com especialistas antes de assinar qualquer contrato. Caso contrário, o verão pode te deixar de “cabeça quente”. Fonte: Varejista


Copa do Mundo deve
aumentar em R$ 5,9 bilhões
os gastos com cartões

O fluxo de turistas para acompanhar as partidas do Mundial de futebol, entre junho e julho deste ano, deve trazer um "bônus" de, no mínimo, R$ 5,9 bilhões em compras com cartão para o Brasil. Com esse volume, o crescimento desses gastos deve se aproximar de 18,3% em 2014, totalizando R$ 956 bilhões em transações.
Sem o “bônus” da Copa do Mundo, o avanço desaceleraria para cerca de 17,6%. Os cálculos foram feitos pelo Credit Suisse (Corretora de Títulos e Valores Mobiliários).
As credenciadoras de cartões, responsáveis por capturar as transações no varejo, se apressam em arrematar as estratégias que montaram para o Mundial. As iniciativas envolvem, inclusive, aceitar pagamentos em moedas estrangeiras.
O Ministério do Turismo estima em cerca de 3,6 milhões o número de turistas que circularão na Copa do Mundo. Três milhões nacionais e, 600 mil, do exterior.


Unilever perdeu R$ 200 milhões com recall de Ades

O presidente global da Unilever, Paul Polman, disse ontem na semana passada que a companhia perdeu entre € 60 milhões e € 70 milhões (em torno de R$ 200 milhões) em vendas da bebida à base de soja Ades no Brasil no ano passado. A companhia teve que recolher um lote de sucos do mercado em março, quando soube que algumas unidades continham solução de soda cáustica, usada para limpar a máquina na fábrica. Segundo a Euromonitor, a Unilever tinha 45% do mercado de bebidas à base de soja em 2010 e no ano passado essa fatia havia caído para 33%.
Apesar de deixar de vender essa quantia com Ades, a Unilever registrou alta de 13% em sua receita no Brasil nos nove primeiros meses de 2013, com uma expansão de 6,5% em volume. Os dados foram apresentados em conferência anual da companhia com investidores, em dezembro de 2013.
 

Compartilhe

‘Encalhe’ do Natal aumenta 10% em 2013

O comércio varejista encerrou o Natal de 2013 com sobra de produtos 10,1% maior do que em 2012, segundo apurou a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Esta é a maior alta dos estoques encalhados desde 2010, quando as sobras de produtos tinham aumentado 10,9%. Em 2012, o crescimento foi de 4,1%.
Para os especialistas, o fraco desempenho do Natal, com vendas apenas 5% mais altas em relação a 2012, foi o responsável pelos estoques encalhados. No ano anterior, a variação foi de 8,1% sobre 2011, mostrando a perda de fôlego do consumo ocorrida no ano passado.

 

O que sua loja tem que as
outras não têm?

Poucas lojas podem ter exclusividade na venda de determinada marca ou produto. Geralmente, o cliente encontra o que necessita em inúmeros estabelecimentos. Conforto, boas instalações e mostruário atrativo também estão presentes na maioria dos lugares. Preços e condições de venda também são encontrados em todas as lojas. Serviço de pronta-entrega, assistência ao cliente e acompanhamento de possíveis problemas com atendimento, produtos ou serviços, também devem fazer parte de todas as experiências de compras.
Como, então, surpreender? Qual o diferencial que a sua loja deve ter para atrair clientes, fidelizar nas vendas e aumentar o faturamento? Como alcançar lugar de destaque neste cenário diversificado e amplo? A resposta é simples e direta: você.
O ingrediente secreto, que faz a sua loja ser diferente aos olhos do cliente, é você. O capital humano é o que pode ser o diferencial e especial de sua loja para o cliente. De nada bastam números atrativos, balcões organizados e diversidade de produto se aquela pessoa que atender o cliente não buscar, permanentemente, a excelência em seu serviço. O cliente abrirá mão de qualidade, preço baixo e diversidade se não for bem atendido.
Você é quem deve estar sempre disposto ao trabalho, negociar, sabendo que deve sempre buscar o melhor atendimento. Você tem o poder de motivar sua equipe. Cative o cliente, deixando-o satisfeito com a atenção e a cordialidade que lhe foi dispensada. Busque a análise de crédito de forma a garantir o retorno do capital e manter as cobranças em dia. Somente assim garante-se a satisfação da empresa e do cliente.
Lembre-se que, para a loja, é muito importante conquistar boas vendas, bons serviços, bons métodos de trabalho. Mas, sobretudo, funcionários como você tem um valor primordial no desenvolvimento da loja. Você é ponto-chave no desenvolvimento de sua empresa.
Quando você atende um cliente, passa a representar a loja. E, para o cliente, uma empresa especial, no meio de tantas outras, tem tudo, mas não tem você.
Fonte: Varejista


Smartphones e tablets fazem vendas de PCs caírem

Em 2013, foram vendidos 314,6 milhões de computadores em todo o mundo, segundo dados preliminares da empresa de pesquisa IDC. As vendas caíram 10% sobre 2012.
No quarto trimestre, foram 82,2 milhões de unidades vendidas, um decréscimo de 5,6% sobre igual período do ano anterior. Esse foi o sétimo trimestre consecutivo de queda nas vendas.
O encolhimento dos computadores ocorre à medida que as fabricantes não conseguem impedir a migração de seu público para produtos mais leves e práticos, como smartphones e tablets. No Brasil, essas categorias tiveram altas de 122% e 142% no ano passado, respectivamente.
A chinesa Lenovo manteve sua liderança como a maior fabricante de computadores do mundo. A empresa possui uma fatia de 17,1%, pouco acima dos 16,6% da norte-americana Hewlett-Packard, a HP. A Dell está no terceiro lugar, com 12% de participação no mercado global.


E-commerce

O e-commerce brasileiro fechou 2013 com 37 mil lojas virtuais e a expectativa é alcançar 45 mil em 2014. No entanto, 70% delas fazem menos de dez vendas por mês e são consideradas inoperantes, indica um levantamento feito pela ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).
A ABComm prevê que o setor vá faturar R$ 39,5 bilhões neste ano. As dez maiores lojas devem ser responsáveis por metade das vendas.

Compartilhe

Mercado prevê PIB abaixo de 2% para 2014

Depois de dois anos de crescimento abaixo das previsões iniciais, o mercado iniciou 2014 com projeção bem mais conservadora para o desempenho da economia no ano.
No primeiro boletim Focus divulgado ontem (6/1) pelo Banco Central, os analistas sinalizam um crescimento de 1,95%. É a primeira vez que a expectativa para o PIB deste ano – apurada desde o início de 2013 – fica abaixo de 2%.
Houve leve revisão também no dado do fechamento para 2013 – passou de 2,30% para 2,28%.
Se confirmado, será um desempenho bem inferior do que as previsões feitas em janeiro de 2013, quando o mercado acreditava em um crescimento de 3,28%.
Ainda que em menor intensidade, o resultado repete frustração experimentada no ano anterior. O PIB de 2012 cresceu apenas 1%, menos da metade do que o mercado havia previsto em janeiro.
Há mais motivos para a postura conservadora dos analistas em relação a 2014. Os juros voltaram a superar a barreira dos dois dígitos e devem subir para 10,5% no ano. O cenário dos economistas revela uma inflação ainda mais incômoda, com elevação do dólar ao longo do ano.
O IPCA, índice de preços referência para o governo, deve sair dos 5,74% de 2013 para encerrar este ano muito próximo de 6%, de acordo com as previsões.
Não há perspectiva de grande retomada no consumo das famílias depois da desaceleração iniciada em 2013, que deve levar o varejo a um crescimento abaixo da média dos últimos anos.
Consultorias também já esperam uma leve piora no desemprego, hoje no nível mais baixo da história, com mais pessoas procurando ocupação para completar o orçamento da família.


Incertezas ainda afetam
projetos do varejo para 2014

Passado um ano de ajustes nas operações das principais redes varejistas, seria de se esperar que em 2014 as empresas retomassem posturas mais agressivas, com novos projetos de investimentos e a volta da expansão por meio de aquisições. Análise inicial dos planos de negócios das empresas para este ano, no entanto, aponta para a manutenção de uma posição mais prudente em alguns segmentos do varejo.
Ocorre que as líderes varejistas no Brasil tentam finalizar o processo de integração de negócios comprados anos atrás e precisam concluir essa fase, que em certos casos se arrasta há dois ou três anos. Ao mesmo tempo, sentiram a desaceleração do consumo no ano passado, e com as incertezas do mercado para 2014, indicam estimativas de crescimento mais modesto.
O IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo) projeta investimentos de R$ 7,8 bilhões em 2014, alta de 28% sobre 2013. O crescimento, porém, não reflete um aumento de lojas inauguradas. Mais da metade dos recursos vão para inaugurações, mas parte desse alta se deve ao aumento do custo dos pontos e terrenos. Por isso, a previsão é de um número menor de novas lojas neste ano: de 1.192 aberturas em 2013 para 1.058 em 2014.


Autosserviço alimentar

Com a operação mais ajustada, o Grupo Pão de Açúcar pode traçar metas mais ousadas para 2014, mas até o momento não publicou todas as suas projeções. A rede já informou, porém, que deve manter o valor teto do investimento de 2013 para o ano de 2014 em até R$ 2 bilhões. O Carrefour, por sua vez, pode avançar com o plano de abertura de capital no Brasil em 2014, o que pode levar a rede a acelerar o crescimento por abertura de lojas, para apresentar aos investidores uma empresa com expansão mais robusta, dizem especialistas.
No cenário macroeconômico, na avaliação de especialistas, o consumidor deve continuar a adotar um comportamento comedido em seus gastos em 2014.
De um lado da balança, a possível resistência dos consumidores em voltar a comprar no mesmo ritmo de 2012 – o que fez disparar as taxas de inadimplência naquele ano e em parte de 2013 – pode afetar o ânimo dos compradores em 2014.
De acordo com cálculo do IDV, o setor deve registrar expansão de 4,7% nas vendas reais neste ano, versus alta de 4,1% em 2013. Queda da inadimplência e melhores índices de confiança em 2014, além das vendas de Copa do Mundo, levaram os associados do IDV a projetar taxas melhores em 2014. Se pudesse isolar o efeito Copa do Mundo, essa taxa de 4,7% seria menor.
 

Compartilhe
Anterior
página 1 2 3 4 5
Próxima