Luan Estilizado, Amazan e Jonas Esticado são convidados do ‘Conversa com Bial’

Programa tem apresentado atrações ligadas à cultura que envolve as festas juninas.

Luan Estilizado, Amazan e Jonas Esticado são convidados de ‘Conversa com Bial’ (Foto: Reprodução/TV Globo)
Luan Estilizado, Amazan e Jonas Esticado são convidados de 'Conversa com Bial' (Foto: Reprodução/TV Globo)
Luan Estilizado, Amazan e Jonas Esticado são convidados de ‘Conversa com Bial’ (Foto: Reprodução/TV Globo)

Luan Estilizado, Amazan e Jonas Esticado são os convidados desta sexta-feira (22) do programa ‘Conversa com Bial’. O programa tem apresentado, sempre às sextas-feiras deste mês, entrevistados que estejam ligados à cultura que envolve as festas juninas e o forró.

Luan, que nasceu em Pernambuco e foi adotado pela irmã de Amazan (e, posteriormente, pelo próprio músico), cresceu em Campina Grande e viu a música surgir por acaso em sua vida. “Com 8 anos de idade, minha mãe adotiva foi assassinada. Aí fiquei desesperado, mas Deus botou esse anjo (Amazan) na minha vida. E ali foi onde tive o contato com a música. Meu pai já era um grande sucesso no Brasil inteiro e, certo dia, ele tinha deixado a sanfona no quarto e eu comecei a mexer com ela”, conta o jovem, que tinha receio de estragar o instrumento e levar uma bronca do pai. Parece que a ousadia valeu a pena. 

No caso de Jonas, que não teve qualquer influência pelo lado da família, o gosto pelos palcos foi crescendo aos poucos. “Em muitos eventos em que hoje participo como atração principal, já fui o camelô. Já vendi brincos, coisas de variedades, de tudo. De dia, trabalhava vendendo e, à noite, ia para as festas.

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Bial tem ligação com Sertão

Para Pedro Bial, fazer estes especiais é uma oportunidade de se conectar com um assunto ao qual ele é muito ligado. “Eu tenho uma ligação profunda com o sertão, seja o sertão dos Gerais de Guimarães Rosa, seja o sertão de Graciliano Ramos, de Rachel de Queiroz, e com a musicalidade dos cantadores e dos cordelistas do nordeste. Acho que a identidade brasileira passa necessariamente por ali, se é que não tem grande parte de sua origem ali. Ariano Suassuna também me levou por esses caminhos e a cada vez que vejo o mês de junho acender o nordeste com suas fogueiras, alegria, organicidade e espontaneidade, acho que são até mais espontâneos que o carnaval.  Estou adorando fazer esses programas e conhecer de perto esses heróis e mitos da canção brasileira”, declara o apresentador.