Elis de 1972 é um disco de carreira, mas parece um grandes sucessos. Ouça na Sexta de Música

Os 40 anos da morte de Elis Regina, nesta quarta-feira (19), podem levar a gente a revisitar a sua discografia. Os melhores títulos são aqueles do período em que teve César Camargo Mariano como parceiro nos estúdios e na vida. São discos incríveis, muitíssimo bem arranjados e com repertórios primorosos.

Nesta sexta-feira (21), na Sexta de Música, a coluna semanal que mantenho na CBN, vou me debruçar sobre o álbum de 1972. É o primeiro da parceria com César. Não tem título – se chama simplesmente Elis e tem, na capa, a cantora sentada numa cadeira.

O disco tem 12 faixas. Duas músicas que, na época, já eram antigas (Vida de Bailarina e Boa Noite Amor) e oito que eram praticamente desconhecidas quando o LP foi lançado. Quase todas se tornaram verdadeiros clássicos da MPB, daqueles dignos de qualquer coletânea.

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Há Tom Jobim em Águas de Março, Chico Buarque e Francis Hime em Atrás da Porta, Zé Rodrix e Tavito em Casa no Campo, Fagner e Belchior em Mucuripe, Milton Nascimento em Nada Será Como Antes e Cais, Ivan Lins em Me Deixa em Paz, João Bosco e Aldir Blanc em Bala Com Bala.

Repertório invejável para um só álbum. Confiram na Sexta de Música, na CBN João Pessoa às 16h45.