MP aguarda situação do Campinense na Série D para definir retorno do público ao Amigão

Com base no último laudo do Corpo de Bombeiros, 20% de público no Amigão corresponde a 4.206 torcedores

(Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
(Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)

O retorno do público aos estádios de futebol em Campina Grande foi discutido nesta quarta-feira (29), durante uma reunião realizada por videoconferência. A decisão foi que a Comissão de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios, coordenada pelo procurador Valberto Lira, vai aguardar uma definição sobre a situação do Campinense na Série D do Campeonato Brasileiro, para realizar uma vistoria técnica no Estádio Amigão e assim, confirmar o percentual de público que a praça esportiva poderá receber.

Levando em consideração o novo decreto emitido pelo Governo da Paraíba, que autoriza a entrada de torcedores até o limite de 20% da capacidade de público da praça esportiva, o Amigão terá condições de receber em seus próximos jogos 4.206 torcedores.

De acordo com o último laudo de vistoria emitido pelo Corpo de Bombeiros, o Estádio Amigão tem a capacidade total de 21.031 torcedores. Porém, a Polícia Militar pede uma margem de segurança e habilita a praça esportiva a receber 19 mil torcedores.

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Apesar do retorno de público no Estádio Almeidão, em João Pessoa, já ter sido definido pelas autoridades da segurança pública e sanitárias, no caso de Campina Grande é que para existir essa possibilidade, o Campinense precisa conquistar a classificação na Série D neste domingo (3), diante do Guarany de Sobral-CE.

O presidente do Campinense, Phelipe Cordeiro, garantiu que caso o Campinense conquiste a classificação, ele ficará responsável por se reunir com os representantes dos órgãos de segurança para promover a vistoria técnica no Amigão, a fim de que a presença de público no Amigão seja confirmada.

No encontro desta quarta-feira (29) estiveram representantes do Ministério Público da Paraíba, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel-PB), além de dirigentes do Campinense e da Federação Paraibana de Futebol (FPF).