Programas de mestrado e doutorado da UFPB e UFCG perdem 500 bolsas

Na UFPB, o corte significa 26,65% e na UFCG, o percentual representa 34,4%.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Na UFPB, o corte significa 26,65% , enquanto na UFCG, o percentual representa 34,4%. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

As universidades federais da Paraíba (UFPB) e de Campina Grande (UFCG) perderam 575 bolsas de pós-graduação (mestrado e doutorado) esta semana, após a publicação de uma portaria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (Capes), que altera a distribuição de bolsas. Na UFPB, o corte significa 26,65% do total de bolsas, enquanto na UFCG, o percentual representa 34,4%.

Em reunião do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop), a nova portaria só aprofunda a série de cortes que já tinha sido iniciado no ano passado.

Na UFPB, de acordo com a da Pró-reitoria de Pós-Graduação (PRPG), programas como Ciência do Solo, Serviço Social, Filosofia e História perderam todas as bolsas de mestrado.

Já na UFCG, os mestrados em Ciências Florestais, Física e História; e doutorados em Engenharia de Processos e Engenharia Química, foram os que perderam todas as bolsas. O que chamou a atenção foi o programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica, que tem conceito 7 (o mais elevado na escala da Capes), também ter sofrido uma redução no número de bolsas.

Por outro lado, também na UFCG, o mestrado em Ciência Política e o doutorado em Engenharia Civil e Ambiental receberam uma bolsa a mais, cada. O mestrado em Administração se manteve com quatro cotas.