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ESPAÇO OPINIÃO

Ser jornalista: uma busca que não tem fim

Cris Honório reflete sobre o que é 'ser' jornalista no dia dedicado à profissão.

Publicado em 07/04/2026 às 16:28


				
					Ser jornalista: uma busca que não tem fim
Reprodução

Sete de abril de 2026. O dia amanheceu chuvoso e com reflexões por todos os lados. É dia do jornalista! Ao rolar o feed de uma rede social, perspectivas diversas são narradas em formatos de publicações no feed, stories… Tudo sobre o "ser", especificamente "ser jornalista".

Eu, ainda não consegui definir esse "ser" completamente. Não é só pelo tempo, alguns podem julgar ao ler este texto, que se trata de uma jovem jornalista, por isso, indefinida sobre o “ser”.. Mas, não é bem por aí. É que quando a gente fala de ser, é uma busca que não tem fim.

Não tem problema nenhum, afinal, cada um vivência essa profissão de um modo. Isso vai depender também da função, afinal, são muitas em uma só profissão: produtor, editor, repórter, apresentador...

Uma vez, na Universidade Federal da Paraíba, participei de um encontro. Eu era ainda estudante. Estava sentada no auditório para ouvir Fabiana Moraes, uma jornalista pernambucana que admiro muito. Ela falava sobre jornalismo de subjetividade, conceito que muito me interessa também no campo prático e teórico. Ao fim da palestra, fui conversar com ela e comprei um de seus livros. Após o diálogo, cheio de desabafos, anseios, de minha parte, claro, ela então autografou o livro: "Cris, jornalismo é peleja e beleza, dancemos". Nunca mais esqueci de tal frase.

Tenho dançado desde então essa dança, buscando aprender novas coreografias, instigando o corpo a dar novos passos. Tem hora que a peleja aperta mesmo: Desinformação, excesso de narrativas, sensacionalismo... Rotina produtiva exigente...

Em meio a tudo isso, definir esse "ser jornalista", não é tarefa fácil, é uma busca diária pelo melhor que possamos ser, em meio a uma sociedade fragilizada pelas injustiças e desigualdades. Problemas esses que também nos atingem, afinal, cada jornalista veio de algum lugar, eu, por exemplo, de uma periferia da capital.

Mas, a gente vai seguindo, dançando e pelejando, tudo em prol de uma sociedade mais justa, que pode ser construída por um jornalismo ético, dissidente e humano.

*Cris Honório é jornalista e atualmente é repórter da CBN Paraíba

Imagem

Jornal da Paraíba

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