icon search
icon search
home icon Home > política > conversa política
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
Compartilhe o artigo
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
compartilhar artigo

CONVERSA POLÍTICA

Presidente do TCU, Vital do Rêgo critica férias de 60 dias de ministros: "Generosidade excessiva"

Paraibano disse que mais do que 30 dias de férias é suficiente, em entrevista à Folha.

Publicado em 20/06/2026 às 14:33


					Presidente do TCU, Vital do Rêgo critica férias de 60 dias de ministros: "Generosidade excessiva"
O ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União Foto: Divulgação / TCU. Divulgação TCU

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, criticou o fato de os ministros da corte contarem com um penduricalho que amplia suas férias anuais para 60 dias, fora os períodos de recesso.

Em entrevista ao videocast C-Level, da Folha de S.Paulo, o paraibano disse considerar 30 dias suficientes e que apoiaria o corte desse benefício, se essa proposta chegasse a ele. "Isso é uma generosidade excessiva", declarou.

Embora o TCU seja vinculado ao Poder Legislativo e atue como órgão auxiliar do Congresso Nacional, seus ministros contam com prerrogativas semelhantes às de magistrados em alguns aspectos.

Recesso na Paraíba

Durante a entrevista, Vitalzinho chegou a se equivocar de que os ministros do TCU tenham mais do que 30 dias porque ele tira folga apenas no recesso de final de ano, de 17 de dezembro a 6 ou 7 de janeiro.

"Eu nunca tirei (férias) e o máximo que eu me permito é tirar o recesso. Vou para a Paraíba, ou na fazenda do meu pai ou na praia de Camboinha", comentou o ministro.

Fundos de previdência do Banco Master

Na mesma entrevista, Vital do Rêgo disse que a corte vai discutir a indenização aos fundos de previdência que fizeram aportes no Banco Master e arcaram com rombos bilionários.

Segundo ele, o TCU acompanha o caso de perto e pretende discutir mecanismos que possibilitem a indenização dos fundos prejudicados.

"O que o TCU deve fazer é regular como vai ser a indenização nesse processo a determinados entes que passaram dos R$ 250 mil e que estão na fila para receber suas indenizações pelo que aconteceu", disse o presidente.

O ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União Foto: Divulgação / TCU

Angélica Nunes Laerte Cerqueira

Tags

Comentários

Leia Também

  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
    compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp