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POLÍTICA

Envolto em polêmicas, Segovia é demitido do comando da Polícia Federal

Rogério Galloro assume o cargo de diretor-geral da corporação.

Publicado em 28/02/2018 às 8:29 | Atualizado em 28/02/2018 às 10:53


                                        
                                            Envolto em polêmicas, Segovia é demitido do comando da Polícia Federal
Brasília - O diretor geral da Policia Federal, Fernando Segovia participa no Censipam, do lançamento do Sistema Integrado de Alerta de Desmatamento (SIPAMSar) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil). Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

				
					Envolto em polêmicas, Segovia é demitido do comando da Polícia Federal
Fernando Segovia estava sendo criticado desde que afirmou que indícios contra Temer em inquérito eram "frágeis"(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil). Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

				
					Envolto em polêmicas, Segovia é demitido do comando da Polícia Federal
Galloro ocupava o cargo de secretário nacional de Segurança Pública.

Em seu primeiro dia à frente do novo Ministério Extraordinário da Segurança Pública, o ministro Raul Jungmann decidiu mexer no comando da Polícia Federal, substituindo Fernando Segovia por Rogério Galloro no cargo de diretor-geral da corporação. Ex-diretor executivo da PF, Galloro é o atual secretário nacional de Segurança Pública.

Antes mesmo de sua posse como ministro da Segurança Pública, ocorrida no final da manhã de terça-feira (27), Jungmann conversou sobre o assunto com Michel Temer. Na conversa, o ministro manifestou o desejo de fazer a troca no comando da PF e obteve a aprovação do presidente.

Desde o início do mês, quando concedeu uma entrevista a Agência Reuters afirmando que, no inquérito em que Temer e outros acusados são investigados pela PF, os "indícios são muito frágeis", sugerindo que o inquérito "poderia até concluir que não houve crime", Segovia vinha sofrendo críticas e sendo alvo de questionamentos.

Na segunda-feira (26), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso uma medida judicial para que Segovia se abstivesse de “qualquer ato de ingerência sobre a persecução penal em curso”.

Na semana passada, Fernando Segovia disse ao ministro Barroso, que conduz o inquérito sobre Temer no STF,  que não pretendeu “interferir, antecipar conclusões ou induzir o arquivamento” do inquérito sobre o presidente Michel Temer. Ao ministro, Segovia ressaltou que suas declarações foram "distorcidas e mal interpretadas”, que não teve intenção de ameaçar com sanções o delegado responsável pelo caso e também se comprometeu a não dar mais declarações sobre a investigação.

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Jhonathan Oliveira

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