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VIDA URBANA

Mãe diz que vai manter depoimento sobre a morte de Everton

Segundo informações preliminares, o padrasto, o vizinho e o pai de santo, acusados de matar o menino em ritual de magia negra em Sumé, vão negar a participação.

Publicado em 18/05/2016 às 12:41

As imediações do Fórum Desembargador Arquimedes Souto Maior Filho, na cidade de Sumé, Cariri do Estado, foram parcialmente interditadas para evitar que a população invadisse o local e colocasse em risco a integridade física dos quatro acusados de participação no assassinado do menino Éverton Siqueira de 5 anos, que teria sido morto em um ritual de magia negra. Os acusados estão no fórum participando da primeira audiência de instrução e julgamento, que começou nessa quarta-feira (18) às 8h40 e está prevista para ser encerrada no final da tarde de hoje.
A decisão de interditar o local faz parte das medidas de segurança do juizado, em virtude da grande comoção que o crime registrado em outubro do ano passado gerou nos moradores da cidade, podendo fazer com que eles fossem até o fórum hoje para se revoltarem contra os acusados. De acordo com a juíza Michelini Jatobá, a expectativa é que tudo transcorra dentro da normalidade durante a audiência.
Conforme o relato de pessoas que estão no fórum, as testemunhas estão muito emocionadas e choram ao ouvir o relato de como o crime aconteceu. Muitos policias estão no local fazendo a segurança dos acusados e das testemunhas. Serão ouvidas primeiramente as testemunhas e depois os réus. Alguns curiosos estão no local, mas até o momento não se tem informações de que tenha acontecido alguma mobilização popular que prejudique o andamento da audiência.
Acusados vão negar o crime
Informações preliminares indicam que o acusado apontado como pai de santo, Wellington Soares Nogueira, o padrasto do menino, Joaquim Nunes e o vizinho Denival dos Santos vão negar as acusações, mas a mãe do garoto, Laudenice dos Santos Siqueira, disse que vai manter o depoimento confirmando que viu todo o ritual de magia negra que terminou com a morte do menino.
O corpo foi encontrado pelo padrasto que é um dos acusados de participação na morte, segundo relado da mãe do menino, também acusada.
Investigações
Quatro pessoas estão presas acusadas de participação direta nesse crime conforme as investigações policias, que foram: a mãe da criança, Laudenice dos Santos Siqueira; o padastro, Daniel Ferreira dos Santos; um amigo da família, Denivaldo Santos Silva e o suposto 'pai de santo' Wellington Soares Nogueira. A mãe está detida na Penitenciária de Recuperação Feminina Maria Júlia Maranhão, em João Pessoa, já o padastro e o amigo da família estão na Penitenciária dr Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1), também em João Pessoa.
O suposto 'pai de santo' inicialmente estava preso na capital, mas foi transferido para um presídio em Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, por questões de segurança. Na época do crime, um deficiente psiquiátrico, João Batista Alves, também havia sido preso, mas foi assassinado dentro do PB1 e o acusado de ter cometido esse crime é o padastro da criança. Everton havia desaparecido no dia 11 de outubro de 2015 e foi encontrado morto em um matagal no início da manhã do dia 13 de outubro 2015, com o tórax aberto e o pênis decepado. O crime teria sido praticado no dia 12 de outubro, dia das crianças.
Imagem

Jornal da Paraíba

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