icon search
icon search
home icon Home > saúde
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
Compartilhe o artigo
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
compartilhar artigo

SAÚDE

Nipah: risco do vírus para o Brasil é baixo; entenda

Nesta sexta-feira (30), o surto do vírus que foi responsável pela quarentena de 110 pessoas na Índia, foi contido.

Publicado em 31/01/2026 às 15:56


				
					Nipah: risco do vírus para o Brasil é baixo; entenda
Partículas do vírus Nipah. — Foto: NIAID/Wikimedia Commons. Jornal da Paraíba

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde avaliaram como baixo o risco de pandemia pelo vírus Nipah. O surto recente registrado na Índia teve dois casos confirmados, ambos entre profissionais de saúde, e sem indícios de disseminação internacional.

Também foram monitorados 198 contatos dos casos confirmados, e todos tiveram resultados negativos no teste para o vírus. Como o último caso foi registrado no dia 13 de janeiro, o período de monitoramento do Nipah tem se aproximado do fim.

LEIA MAIS:

Em nota, o Ministério da Saúde assegurou que não há qualquer indicação de risco para a população brasileira, e reforçou que o órgão se mantém vigilante a agentes altamente patogênicos.

É importante destacar que além do surto do vírus ter sido contido, o Brasil não tem registro de casos do Nipah. Isso ocorre porque a região não abriga os principais hospedeiros do vírus, que é transmitido principalmente de animais para humanos, com destaque para porcos e morcegos.

Sobre o vírus

Os principais sintomas do vírus Nipah são semelhantes a gripe, como febre, dor de cabeça, dor muscular, fadiga e tontura. No entanto, o quadro pode evoluir rapidamente, trazendo dificuldades respiratórias e encefalite, que é uma inflamação do cérebro.

A transmissão do Nipah acontece de forma zoonótica, ocorrendo principalmente de animais para humanos. Entretanto, existem registros de transmissão entre pessoas, com a maioria se concentrando em ambientes hospitalares, o que explica a maior exposição de profissionais de saúde.

Até o momento, não há vacina nem tratamento específico para a doença, o que justifica a alta taxa de mortalidade do vírus, que chega a 70% dos casos. O protocolo adotado prevê apenas o controle dos sintomas.

Imagem

Jornal da Paraíba

Tags

Comentários

Leia Também

  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
    compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp