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ECONOMIA

Minha Casa, Minha Vida: o que muda com novas regras; entenda

Mudanças ampliam o alcance do programa que agora engloba imóveis de até R$ 600 mil e famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Publicado em 22/04/2026 às 15:27 | Atualizado em 22/04/2026 às 16:15


				
					Minha Casa, Minha Vida: o que muda com novas regras; entenda
'Minha Casa, Minha Vida': entenda como era e como ficou o programa após mudanças - Foto: Governo Federal. Gustavo Demétrio

As novas regras para financiamentos do Minha Casa, Minha Vida na Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil passam a valer a partir desta quarta-feira (22). As mudanças ampliam o alcance do programa, que agora engloba imóveis de até R$ 600 mil e famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

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Faixas de renda

Os novos limites de renda por faixa do programa ficaram da seguinte maneira:

  • Faixa 1: de R$ 2.850 para até R$ 3,2 mil;
  • Faixa 2: de R$ 4,7 mil para até R$ 5 mil;
  • Faixa 3: de R$ 8,6 mil para até R$ 9,6 mil;
  • Faixa 4: de R$12 mil para até R$ 13 mil.

Juros e condições

Já os juros e as condições ficaram dispostos da seguinte forma:

Faixa 1: juros de 4% a 5,25% ao ano;

Faixa 2: juros de 4,75% a 7% ao ano;

  • Para o financiamento de imóveis novos e usados de R$ 210 mil a R$ 275 mil, dependendo do município;
  • Financiamento de até 80% do valor do imóvel pela Caixa Econômica Federal em todo o país.

Faixa 3: juros de 7,66% a 8,16% ao ano;

  • Para o financiamento de imóveis novos e usados de até R$ 400 mil;
  • Nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o financiamento vai até 80% pela Caixa Econômica Federal;
  • Na região Sul e Sudeste, o financiamento cobre até 65% do valor do imóvel.

Faixa 4: juros de 10% ao ano.

  • Para o financiamento de imóveis novos e usados de até R$ 600 mil;
  • Nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o financiamento vai até 80% do valor do imóvel pela Caixa Econômica Federal;
  • Na região Sul e Sudeste, o financiamento cobre até 60% do valor do imóvel.

Outro ponto importante é que os juros cobrados no financiamento aumentam gradualmente conforme a faixa de renda. Com o reajuste nas faixas, os juros para as famílias de classe média serão consequentemente reduzidos, facilitando o acesso a imóveis novos e usados a partir do programa.

Com a atualização, os valores máximos dos imóveis passaram pelas seguintes alterações:

  • Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, dependendo da localidade;
  • Faixa 3: de R$ 350 mil para até R$ 400 mil;
  • Faixa 4: de R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

Na prática, as mudanças aumentam as opções de escolha dos imóveis, que podem ser maiores ou melhor localizados. Além disso, com as novas opções de financiamento, será possível realizar a compra de um imóvel com uma entrada menor e taxas mais acessíveis.

Quem pode participar do programa

O comprador deve cumprir alguns critérios para acesso ao programa Minha Casa, Minha Vida, como:

  • Não possuir outro imóvel no município escolhido;
  • Não ter sido beneficiado por programas habitacionais;
  • Comprovar a renda dentro das faixas estabelecidas;
  • Comprovar a capacidade de pagamento.

Efeito das mudanças

De acordo com o Governo Federal, cerca de 31,3 mil famílias devem ser incluídas na faixa 3 do programa e outras 8,2 mil na faixa 4.

Até abril de 2025, o MCMV alcançava famílias da faixa 3 com renda de até R$ 8 mil. Esse limite foi ampliado para R$ 8,6 mil ainda no mesmo mês. Em maio, o programa criou a faixa 4, estendendo o acesso para famílias com renda de até R$ 12 mil.

Em abril de 2026, o alcance do MCMV foi novamente estendido para famílias com renda de até R$ 13 mil, ou seja, em um ano, o programa ampliou a faixa de renda de R$ 8 mil para R$ 13 mil.

Antes das alterações, as famílias próximas à faixa de renda do programa ficavam expostas aos juros elevados para o financiamento imobiliário. No ano passado, a taxa básica (Selic) se manteve na casa dos 15%. Já em 2026, a taxa apresentou uma leve diminuição e se encontra em 14,75%.

As mudanças acontecem como uma medida para auxiliar famílias de classe média, que não conseguiam acompanhar a valorização do mercado imobiliário nacional.

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Jornal da Paraíba

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