icon search
icon search
home icon Home > política
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
Compartilhe o artigo
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
compartilhar artigo

POLÍTICA

Valdemar diz que PL da Paraíba tem autonomia para decidir sobre aliança com o Novo

Presidente nacional do PL afirma à CBN Paraíba que a executiva estadual tem liberdade para definir a estratégia eleitoral de 2026.

Publicado em 15/06/2026 às 22:08 | Atualizado em 15/06/2026 às 22:32


					Valdemar diz que PL da Paraíba tem autonomia para decidir sobre aliança com o Novo
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto / Foto: Marcello Casal Jr, Agência Brasil. Felipe Nunes

O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, disse nesta segunda-feira (15) que a Executiva Estadual do partido tem autonomia para definir sobre eventual aliança com o Novo na Paraíba visando a disputa Majoritária nas Eleições de outubro.

A resposta do dirigente nacional, à rádio CBN Paraíba, ocorre depois da repercussão da decisão local do partido, que alegou questões pragmáticas e de estrutura para evitar a aliança com o Novo.

Com isso, a Executiva Nacional não deve interferir no tema, confiando o assunto para a direção local. Na Paraíba, o partido é presidido pelo senador Efraim Filho (PL), pré-candidato ao Governo do Estado, tendo o ex-ministro da saúde, Marcelo Queiroga, como tesoureiro.

Pragmatismo e viabilidade

Segundo Queiroga, que é pré-candidato ao Senado, a avaliação é de que a manutenção da parceria seria desvantajosa do ponto de vista eleitoral, pois o Novo não dispõe de tempo de rádio e televisão, fundo partidário ou densidade eleitoral capaz de fortalecer a chapa.

Apesar do recuo, ele tem dito que não vê problemas em votar em Major Fábio, mas que é preciso manter a estrutura de sua pré-candidatura na disputa com outros nomes fortes nas eleições de outubro.

O objetivo seria o de fortalecer a principal pré-candidatura para enfrentar nomes de "peso", a exemplos do ex-governador João Azevêdo (PSB), do prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos) e do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

Além do fator matemático e estrutural, porém, causou mal-estar as declarações de Romeu Zema (Novo) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), também pré-candidato à Presidência, sobre os áudios em que pede recursos para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

PL e Novo mantém aliança em outros estados

A aliança entre os dois partido segue sendo debatida em outros estados. Em alguns, houve avanços. É o caso do Paraná, com o deputado federal Luciano Zucco (PL) como pré-candidato ao governo estadual e os nomes de Marcel van Hattem (Novo) e Ubiratan Sanderson (PL) como pré-candidatos ao Senado.

A dobradinha se repete em Santa Catarina, com Adriano Silva (Novo) formando chapa com o governador Jorginho Mello (PL) na condição de pré-candidato a vice-governador.

No Rio Grande do Sul, PL e Novo também firmaram aliança que prevê o deputado federal Luciano Zucco (PL) como pré-candidato ao governo do estado e o deputado federal Marcel van Hattem (Novo) como pré-candidato ao Senado.

Imagem

Felipe Nunes

Tags

Comentários

Leia Também

  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
    compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp