COTIDIANO
Briga de facções criminosas provocou princípio de rebelião em presídio de João Pessoa
De acordo com a Polícia Militar, princípio de rebelião foi registrado no pavilhão 1 do PB2.
Publicado em 01/08/2026 às 11:20

O princípio de rebelião registrado no complexo Penitenciário de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2, foi motivado por uma briga entre integrantes de duas facções criminosas rivais que convivem em um mesmo pavilhão, neste sábado (1º). A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do estado (Seap-PB).
A rebelião aconteceu no pavilhão 1 do PB2, segundo a Polícia Militar. De acordo com informações da TV Cabo Branco, essa briga consistiu em presos da organização criminosa identificada como Bonde do Cangaço tentarem invadir uma cela com cinco presos do PCC.
De acordo com o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área onde fica o presídio e que foi acionado para a ocorrência, não houve mortos ou feridos graves. A PM também informou que não houve fugas nem reféns.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação também foi chamada. Houve o registro de colchões queimados e dano ao patrimônio. Vídeos registraram a entrada de viaturas da Polícia Militar no presídio, assim como viaturas do próprio Corpo de Bomberios.
Visitas de familiares suspensas em pavilhão

Para este sábado (1º), estavam marcadas visitas de familiares para os presidiários no complexo penitenciário. A TV Cabo Branco registrou que, devido a rebelião, famílias ficaram de fora do local sem poder fazer a visitação.
Os familiares de presos do pavilhão 1 do PB2 não vão poder realizar as visitas neste momento, mas os familiares de presos de outros pavilhões vão ser liberados ao longo do dia.
Em nota, a Seap-PB disse que está sendo feita análise para identificação dos danos no pavilhão da briga para posterior liberação do local para visitas.

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