COTIDIANO
Facção criminosa expulsou famílias de dois bairros de Bayeux, aponta investigação
iNformações foram divulgadas nesta terça-feira (22), durante uma coletiva de imprensa sobre a operação que investiga o grupo.
Publicado em 22/09/2026 às 12:45

Uma facção criminosa investigada pela Polícia Civil teria expulsado cerca de 250 famílias de suas casas em dois bairros de Bayeux, na Grande João Pessoa. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (22), durante uma coletiva de imprensa sobre a operação que investiga o grupo.
Segundo a polícia, as ações criminosas ocorreram nos bairros Mutirão e Mário Andreazza. A operação cumpriu 21 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em cidades da Região Metropolitana de João Pessoa.
Até a última atualização desta reportagem, 17 pessoas haviam sido presas. Entre os alvos de mandados de busca e apreensão estão a secretária de Ação Social de Bayeux, Ivoneide de Araújo, e um ex-secretário do município.
Segundo a Polícia Civil, os suspeitos agiam nos bairros Mutirão e Mário Andreazza. Foram cumpridos 21 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão na Região Metropolitana de João Pessoa. Até a última atualização desta reportagem, 17 pessoas haviam sido presas.
O delegado Alexandre Fernandes falou sobre os alvos da operação e comentou o fato de ter uma secretária e um ex-secretário da cidade alvos de mandados de busca e apreensão.
“Todas as pessoas que foram objeto das investigações tiveram seu nome citado por pessoas que sofreram essas violências. Agora, independentemente se é secretária ou secretário, a gente está para investigar”.
A secretária de Ação Social de Bayeux, Ivoneide de Araújo, e um ex-secretário do município foram alvos de mandado de busca e apreensão. Segundo a polícia, os nomes foram citados pelas vítimas durante as denúncias que deram origem à investigação.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Bayeux afirmou confiar "nas instituições responsáveis pela apuração dos fatos" e defender "que todo e qualquer procedimento investigativo siga rigorosamente os princípios constitucionais, especialmente o direito à ampla defesa, ao contraditório e à presunção de inocência". A gestão disse ainda que vai acompanhar o caso "respeitando o trabalho das autoridades competentes e confiando que os fatos serão devidamente esclarecidos dentro do devido processo legal".

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