icon search
icon search
home icon Home > saúde
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
Compartilhe o artigo
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
compartilhar artigo

SAÚDE

Paraíba passa a vacinar contra HPV crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual

Medida segue recomendação do Ministério da Saúde e prevê uma dose do imunizante para vítimas, independentemente do sexo.

Publicado em 22/09/2026 às 18:39


					Paraíba passa a vacinar contra HPV crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual
Campanha de vacinação contra HPV é prorrogada para 2026 na Paraíba - Foto: Governo da Paraíba. Gustavo Demétrio

A Paraíba passou a vacinar contra o HPV crianças a partir de 2 anos que foram vítimas de violência sexual. A medida segue uma recomendação do Ministério da Saúde e prevê a aplicação de uma dose da vacina, independentemente do sexo da criança.

A vacinação deve ser feita nas salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS), mediante indicação e registro do serviço ou profissional de saúde responsável pelo atendimento da vítima. Não é necessário solicitar o imunizante por meio de um fluxo especial.

Antes da ampliação, a estratégia de vacinação contra o HPV para vítimas de violência sexual contemplava pessoas dos 9 aos 45 anos.

Como funciona

A indicação da vacina deve ser feita pelo serviço de referência ou profissional de saúde responsável pelo atendimento da vítima. A situação que fundamenta a vacinação deve ser registrada nos sistemas oficiais, com o código correspondente à violência sexual.

Quando necessário, também deve ser obtido o consentimento do responsável legal. A vacinação será registrada como estratégia especial de imunização, conforme as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A oferta pode ocorrer na estrutura já utilizada pelo SUS para vacinação e atendimento às vítimas de violência sexual, incluindo unidades hospitalares, Atenção Primária à Saúde, serviços de referência e centros especializados.

Quem já tomou a vacina não precisa ser revacinado

Crianças que já tenham recebido a vacina contra o HPV antes da ocorrência da violência sexual não precisam ser revacinadas por causa do episódio.

Por outro lado, a dose aplicada antes dos 9 anos não será considerada para o esquema básico previsto no Calendário Nacional de Vacinação. Nesses casos, a criança deverá ser vacinada novamente posteriormente, de acordo com as recomendações do Programa Nacional de Imunizações.

A vacina contra o HPV faz parte do Calendário Nacional de Vacinação desde 2014 e protege contra os tipos virais 6, 11, 16 e 18. A imunização é uma das estratégias de prevenção de doenças associadas ao vírus, incluindo diferentes tipos de câncer e verrugas genitais.

A vacinação de crianças vítimas de violência sexual tem caráter preventivo. A vacina não trata uma eventual infecção pelo HPV adquirida durante a exposição, mas pode proteger contra tipos do vírus que ainda não tenham sido adquiridos.

A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) já encaminhou a orientação aos municípios paraibanos. As gestões municipais devem disseminar as informações entre os serviços de saúde e os profissionais responsáveis pelo atendimento desse público.

Imagem

Jornal da Paraíba

Tags

Comentários

Leia Também

  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
    compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp