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COTIDIANO

Mulher ingere mais de mil comprimidos envolvidos em maconha para tentar entrar em presídio, na PB

Mulher, que não teve a identidade divulgada, teve que passar por cirurgia no Hospital de Trauma de João Pessoa para retirada do material.

Publicado em 12/10/2026 às 14:21 | Atualizado em 12/10/2026 às 14:42


					Mulher ingere mais de mil comprimidos envolvidos em maconha para tentar entrar em presídio, na PB
Mulher é presa após ingerir 550 'comprimidos de maconha' e entrar em presídio, em João Pessoa - Foto: Polícia Penal.

Uma mulher foi presa após ingerir mais de mil comprimidos envolvidos em maconha para tentar entrar no Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa. O caso aconteceu no último sábado (10) e foi divulgado pela Polícia Penal nesta segunda-feira (12). A identidade da suspeita não foi divulgada.

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De acordo com a Polícia Penal, a mulher foi flagrada pelo scanner corporal durante a revista na unidade prisional. Ela transportava 550 invólucros, cada um com dois comprimidos de cloridrato de triexifenidil, medicamento que estavam envolvidos em maconha. Ao todo, foram identificados 1.100 comprimidos.

O cloridrato de triexifenidil é um medicamento usado principalmente no tratamento de sintomas motores da doença de Parkinson e de efeitos colaterais semelhantes aos do Parkinson provocados por alguns medicamentos, como certos antipsicóticos. Ele atua reduzindo a atividade da acetilcolina, uma substância envolvida no controle dos movimentos.

Após ser flagrada, ela foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde passou por uma cirurgia para a retirada dos comprimidos. A mulher segue internada em estado estável.

Imagens de um exame de raio-x feito na suspeita e também de uma tomografia, assim como no scanner da unidade prisional, mostraram os comprimidos no estômago da mulher.

Também de acordo com a Polícia Penal, a mulher já respondia em liberdade por tráfico de drogas, após uma tentativa anterior de entrar com materiais ilícitos na mesma unidade prisional.

Assim que receber alta médica, ela será conduzida à Central de Polícia para o registro do flagrante e passará por audiência de custódia.

Imagem

Jornal da Paraíba

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