COTIDIANO
Empresário investigado por violência doméstica é preso novamente em João Pessoa
Prisão preventiva foi solicitada pela Polícia Civil. Essa é a terceira prisão do suspeito.
Publicado em 14/10/2026 às 13:29

O empresário Alysson Campelo Catuhyte Wanderlei investigado por violência doméstica contra a companheira foi preso nesta quarta-feira (14), em João Pessoa. Essa é a terceira prisão do suspeito envolvendo a mesma vítima.
À TV Cabo Branco, a delegada Marcela Gonçalves informou que solicitou a prisão preventiva do investigado em outro inquérito de violência doméstica, visando garantir a ordem pública. Ele já havia sido preso em flagrante outras duas vezes por suspeita de lesão corporal e ameaça contra a companheira.
Ainda segundo a delegada, o empresário se apresentou para prisão no Fórum Criminal e irá passar por audiência de custódia.
O JORNAL DA PARAÍBA tentou contato com a defesa do empresário, mas até a última atualização desta matéria não obteve resposta.
Alysson Campelo respondia ao processo em liberdade após audiência de custódia realizada no dia 12 de setembro. O empresário foi preso pela segunda vez, no dia 11 de setembro, horas após ter sido solto com tornozeleira eletrônica. De acordo com a advogada da vítima, o suspeito teria entrado em contato com a vítima por ligação telefônica, descumprindo medidas cautelares.
Primeira prisão
Alysson Campelo Catuhyte Wanderlei foi preso em flagrante no dia 14 de agosto, suspeito de violência doméstica contra a companheira em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, o homem responderia pelos crimes de lesão corporal e ameaça no contexto da Lei Maria da Penha.
Após a prisão, o empresário foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) da Zona Sul de João Pessoa. Em seguida, foi encaminhado para a carceragem da Cidade da Polícia Civil.
Na época da prisão, em um vídeo enviado para a Rede Paraíba, a defesa do suspeito disse que "mantém o absoluto respeito ao poder judiciário, às suas decisões e às instituições que compõem o sistema de justiça" e que "seguirá utilizando todos os instrumentos jurídicos cabíveis, em todas as instâncias que for necessário, para segurar o direito ao contraditório e a ampla defesa do devido processo legal".
Ainda segundo a polícia, além da prisão, foi determinada uma medida protetiva de urgência em favor da vítima naquela oportunidade.

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