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VIDA URBANA

Capital tem mais de 18 mil alunos com deficiência na rede

São 21.798 crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos com alguma deficiência.

Publicado em 03/02/2013 às 13:20

Em João Pessoa, são 21.798 crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos com alguma deficiência, sendo que 3.128 estão fora das salas de aula e 18.670 frequentam a escola.

A assessora de Educação Especial da Paraíba e coordenadora do Programa de Educação Especial de João Pessoa, Sandra Diniz, atribuiu o grande número de crianças e adolescentes pessoenses com deficiência incluídas nas escolas de ensino fundamental do município ao trabalho da Coordenação de Educação Especial da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec) da Prefeitura Municipal de João Pessoa.

“Nosso objetivo é garantir uma organização escolar que favoreça a cada aluno pessoense com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação o direito de acesso e permanência na rede municipal de ensino, sem limite de vagas, assim como está garantido em lei”, disse ao acrescentar que, em João Pessoa existem, atualmente, 38 salas de recursos multifuncionais em sua rede municipal de ensino.

Conforme a coordenadora do Programa de Educação Especial, todas as 95 escolas da rede municipal de ensino de João Pessoa garantem a matrícula dos alunos com deficiência, sendo que 80% delas estão adaptadas arquitetonicamente para recebê-los.

“Para além da retirada das barreiras arquitetônicas, os professores e gestores municipais têm acesso a cursos de formação continuada na área do Atendimento Educacional Especializado (AEE), a fim de evitar as barreiras pedagógicas e promover a educação inclusiva”, ressaltou. De acordo com a coordenadora, existem três projetos para incluir crianças e adolescentes deficientes. “Temos o programa Oferta de Passe legal, para deslocamento dos alunos e seus responsáveis para atendimentos clínicos e pedagógicos; o Educação Inclusiva, para a formação dos professores e gestores municipais na área do Atendimento Educacional Especializado, e o Projeto Redirecionando Olhares, para o atendimento de alunos cegos e com baixa visão na Escola General Rodrigo Otávio”, detalhou.

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Jornal da Paraíba

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