icon search
icon search
home icon Home > economia
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
Compartilhe o artigo
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
compartilhar artigo

ECONOMIA

Gasto com mobília aumenta 56,8%

Dados mostram que gastos de brasileiros com mobília para a casa, chegou a movimentar R$ 19,4 bilhões por ano.

Publicado em 27/03/2012 às 6:30


Pesquisa do instituto Data Popular focada no segmento das classes C e D revela que em dez anos os brasileiros aumentaram o valor com a aquisição de móveis em cerca de 56,8%, com um consumo de R$ 19,4 bilhões por ano em gastos com mobiliário para a casa.

Em 2011 o mercado para essa categoria de consumo movimentou R$ 41,7 bilhões. Em 2001, o gasto era de R$ 26,6 bilhões. A pesquisa foi realizada em 2011 com 18.356 pessoas de todo o país.

Segundo Renato Meirelles, diretor do Data Popular, a classe C não compra apenas pelo preço, mas por considerar justo o valor cobrado por um produto ou serviço, e é mais rica do que 64% da população mundial. "

A cada R$ 100 gastos com móveis no Brasil, R$ 46,5 são da classe C e R$ 19,9 da classe D. É para esse brasileiro que a indústria tem o desafio de mobiliar a casa", conta Meirelles.

Hoje a nova classe média ganha 1,2 milhão de novas famílias e movimenta R$ 1 trilhão por ano, mais do que a soma do PIB anual da Argentina, Paraguai, Portugal e Uruguai. Além disso, ela responde por 78% do que se compra nos supermercados e mais de 60% da renda nacional. Junto à classe D, possui sete de cada dez cartões de crédito ativos no Brasil.

A pesquisa aponta ainda que, por se tratar de um fenômeno recente, a classe média é formada, em sua maioria, por pessoas que migraram da classe D com a distribuição de renda, que gerou o aumento do emprego formal e uma maior escolaridade.

De 2002 a 2011, 800 mil pessoas da classe D ingressaram no ensino superior e, estatisticamente, sabe-se que cada ano a mais de estudos representa um incremento de 15% na renda.

"Enquanto as classes do topo da pirâmide buscam personalização da oferta, diferenciação por meio do consumo e são menos fiéis às marcas, a população emergente procura inclusão, pertencimento e vantagens concretas, sendo mais fiel a marcas que comprovem uma relação custo-benefício adequada", aponta Meirelles.

Dos R$ 41,7 bilhões que foram destinados à compra de móveis em 2011, o Sudeste responde por 46,7%.

O Nordeste aparece em seguida com 20,9%, superando o Sul, com 18,9%. O Centro-Oeste e o Norte contribuem com 7,7% e 5,8%, respectivamente.

Imagem

Jornal da Paraíba

Tags

Comentários

Leia Também

  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
    compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp