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VIDA URBANA

Operação Fanes: PF prende nove condenados por fraudar INSS em Campina Grande

Réus foram presos após TRF manter condenação e planejava desviar cerca de R$ 100 milhões.

Publicado em 09/01/2018 às 19:55 | Atualizado em 16/02/2018 às 11:56


                                        
                                            Operação Fanes: PF prende nove condenados por fraudar INSS em Campina Grande

Nove mandados de prisão foram cumpridos pela Polícia Federal, nesta terça-feira (9), contra integrantes de uma quadrilha que atuava cometendo fraudes no INSS, em Campina Grande. De acordo com a PF, sete mandados foram cumpridos em Campina Grande, um em Mogeiro, um em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, e um em Curitiba, no Paraná.

Os acusados de integrarem a quadrilha foram condenados em dezembro pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife, em Pernambuco. As penas variam de 7 anos e 6 meses até 24 anos e 8 meses.

No Serrotão

Após o exame de corpo de delito no IPC, foram levados para o Presídio do Serrotão, o chefe da quadrilha, André Soares da Cunha, Edvan Ramos dos Santos, Giovanni Caetano Soares da Silva, Romero Batista Teófilo, Dorgival Caetano da Silva, José Alexandre dos Santos, José Pereira da Silva e Jacqueline Guedes Carneiro. Dos nove, apenas Aluska Tavares dos Santos vai cumprir a pena em regime semiaberto. O advogado Paulo de Tarso disse que vai recorrer da decisão para tentar a liberdade de André Soares, que se apresentou à PF, no início da noite.

Desvios

A quadrilha, desarticulada na operação Fanes, fraudou centenas de benefícios previdenciários e empréstimos consignados durante os anos de 2013 e 2015, ainda conforme informações repassadas pela Polícia Federal.

“Essa quadrilha falsificava documentos de outras pessoas para que servidores conseguissem conceder benefícios previdenciários. Assim, o grupo tinha lucro através de empréstimos feito em nome de cada titular do benefício. Era cerca de R$ 5 mil por beneficiário. E dois anos foram fraudados cerca de R$ 3 milhões, mas, segundo o INSS, se o esquema não fosse descoberto já poderia ter passado de R$ 100 milhões”, disse o delegado da PF, Raoni Aguiar

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Josusmar Barbosa

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