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COTIDIANO

Safadão, Chico César, forró de plástico. Com a palavra, Pedro Osmar

Publicado em 27/06/2016 às 15:05 | Atualizado em 31/08/2021 às 7:49

No meu post anterior, escrevi sobre o cachê de Wesley Safadão, forró de plástico, Chico César, etc.

Compartilhei no Facebook, e o compositor Pedro Osmar, nosso querido guerrilheiro cultural, fez um comentário que transcrevo a seguir:

"Isso me cheira a ficar em cima do muro quando o assunto é 'máfia do mercado'! O mercado mafioso é esse que protege uns poucos (de grandes cachês, com qualidade altamente duvidosa) e exclui a maioria dos artistas brasileiros, antigos e novos, de médios e pequenos cachês e que se fundamenta num trabalho cultural e politico melhor definido ao lado do povo que precisa de um futuro para se sustentar. Mercado são os meios de comunicação atrelados à essa máfia das empresas que contratam artistas e tem no poder público um de seus braços e pernas...pagar e receber R$575 mil reais por um show de baixa qualidade desse 'Safadon', de baixíssimo nível de informação, é uma safadeza só, putaria mesmo que ninguém merece. E quem decide essas contratações? Quando o então secretário de cultura da Paraíba, Chico César, opinou e se posicionou contra a contratação de artistas de forró de plástico pelo governo do estado foi uma postura altamente qualificada, consciente, de um gestor que não era apenas um executivo, mas sim um artista que nunca deixou dúvidas sobre suas intenções. Considerando que a SECULT não teria condições de investir em eventos que precisem contratar artistas que tenham esse nível de cachê. Vez em quando essa conversa vem à tona, revelando uma carniça administrativa que o estado brasileiro democrático não comporta e nem suporta. Não dá para ver e saber disso e ficar tirando uma de 'joão sem braço', que não sabe de nada. Sejamos sérios e sinceros com a verdade. As populações merecem essa atenção e cuidado".

Imagem

Silvio Osias

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