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VIDA URBANA

Nervosismo é o vilão de teste prático para CNH

Publicado em 20/07/2014 às 8:00 | Atualizado em 06/02/2024 às 17:05


Mais de 13 mil pessoas já conseguiram tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nos seis primeiros meses deste ano na Paraíba, segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB). Em todo o ano passado foram emitidas pelo órgão 35.637 CNHs. Apesar dessa quantidade de novos condutores e de ser considerado simples o processo de obtenção da carteira, muitos candidatos acabam levando mais tempo para conseguir o documento por conta do nervosismo que os acompanha durante as quatro etapas do processo. A mais temida, segundo o vice-presidente do Sindicato das Autoescolas do Estado, José Augusto Lira, continua sendo a prática de direção veicular, mais conhecida como baliza.

Foi por conta dela que a estudante Camila Belarmino, de 18 anos, passou mais tempo do que previa para conquistar a CNH.

Ela explicou que já está habilitada nas categorias A e B (para moto e carro, respectivamente), mas que o processo não foi fácil, pelo contrário, foi até estressante. “Eu fiquei reprovada duas vezes na baliza de carro e uma vez na de moto, e tudo isso aconteceu porque eu fiquei nervosa. Também é muita gente esperando para fazer o teste, esperando por um tempo considerável e a gente ainda tem que enfrentar os comentários de várias pessoas, porque na verdade você acaba sendo observado e analisado, não apenas pelos avaliadores”, contou.

A estudante passou o dobro do tempo para finalizar o processo, que dura normalmente dois meses, mas ainda há aqueles inscritos que acabaram perdendo o processo, porque perderam o interesse depois das reprovações.

Foi assim que aconteceu com o universitário Alexandre Campos, de 30 anos, reprovado duas vezes no teste psicológico e mais duas no de prática veicular. Ele contou que o emocional também foi um fator decisivo para as reprovações. “Na autoescola a gente consegue aprender facilmente, mas quando chega o momento do teste parece que o aprendizado é bloqueado. Eu fui tentando e sem conseguir, aí acabei perdendo os prazos para o reteste e assim, perdi o processo”, lamentou.

Com a perda do processo, ele também acabou perdendo um investimento de R$ 1 mil. Segundo o vice-presidente do Sindicato das Autoescolas do Estado, pelo menos 50% dos inscritos para a CHN acabam reprovando no teste da baliza, principalmente nos testes com carros. “Esse teste mexe muito com o emocional das pessoas, especialmente os mais jovens que completam 18 anos e querem conquistar a CNH. Além disso, eles comentam muito que a estrutura do próprio Detran não ajuda. O local onde é aplicada a baliza não é um ambiente que os deixem tranquilos. Essa questão emocional vem sendo trabalhada também nas autoescolas, que fazem um trabalho de orientação e motivação, o que vai além da questão técnica”, disse.

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Jornal da Paraíba

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