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VIDA URBANA

Táxis de Campina Grande devem oferecer veículos adaptados

Gerente de transportes da STTP avaliou como necessária a adaptação de alguns veículos, para facilitar o ingresso de cadeirantes.

Publicado em 25/02/2015 às 6:00 | Atualizado em 21/02/2024 às 15:51

Os usuários de táxi em Campina Grande poderão contar com uma novidade ainda este ano. A frota da cidade, que atualmente é composta por 583 veículos, deverá passar a disponibilizar de 2% a 5% dos carros com adaptação para cadeirantes. Amanhã, às 16h, uma reunião na sede da Superintendência de Trânsito e Transporte Público (STTP) contará com a participação de representantes do Sindicato dos Taxistas e do Conselho Municipal de Transporte do município. Na ocasião, será decidido, com base nos estudos realizados pela STTP, como será feita a implementação do projeto, que já é realidade em várias cidades do Brasil.

A gerente de transportes da STTP, Araci Brasil, avaliou como sendo bastante importante e necessária a adaptação de alguns veículos, para facilitar o ingresso de cadeirantes nos táxis, pois existe uma grande dificuldade de ingresso dessas pessoas nos carros, que geralmente precisam da ajuda de terceiros para poder seguir para os seus destinos.

Entretanto, a gestora mostrou-se cautelosa quanto aos cuidados que devem ser seguidos a fim de que não haja prejuízo para os taxistas, que podem não ter demanda suficiente e o investimento feito não tenha o retorno esperado. Inicialmente, os veículos que passariam a dispor de uma rampa dobrável manualmente, também poderão transportar passageiros que não obtenham necessidades especiais.

“Temos uma frota de 583 táxis. Na reunião de amanhã, definiremos os detalhes baseados em avaliações técnicas e estudos feitos em nossa cidade. Não temos a intenção de separar a frota, porque em Belo Horizonte, por exemplo, essa experiência não deu muito certo, em virtude de a clientela ser pouca. Então, temos essa preocupação com a sobrevivência financeira dos profissionais que passarão a prestar esse serviço.

Pegamos por base as leis que destinam 2% das vagas de estacionamento em locais públicos para deficientes e 5% para idosos. Por isso, acreditamos que a quantidade de veículos com essa adaptação ficará entre 2% e 5%, o que equivale a um número que pode variar entre 11 e 29 táxis”, explicou Araci Brasil.

Já o presidente do Sindicato dos Taxistas de Campina Grande não se mostrou muito empolgado com a novidade e até considerou desnecessária a adaptação de alguns veículos da frota para os passageiros cadeirantes.

“Essa história de que teremos de modificar alguns de nossos carros já é antiga. Vamos esperar para ver no que dá. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), é necessário que exista um táxi para cada mil habitantes. Já superamos essa meta. Nossos permissionários sabem como ajudar um cadeirante quando estes nos chamam para uma corrida. Acho que a nossa cidade quer imitar os grandes centros que fizeram essa adaptação. Creio que precisamos nos preocupar mais com o caso dos motoristas que fazem transporte de forma clandestina em Campina Grande”, desabafou.

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Jornal da Paraíba

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