João Pessoa recebe clínica de beach tennis com o jogador número 1 do mundo

O espanhol buscou trabalhar dois fundamentos que ele considera imprescindíveis para evoluir a prática: aprimorar a técnica e desconstruir de que existe dificuldade a ideia em jogar.

Espanhol ministra clínica de beach tennis em João Pessoa — Foto: Divulgação

O beach tennis tem ganhado cada vez mais adeptos ao longo de todo o estado da Paraíba. A modalidade esportiva tem sido uma alternativa interessante para quem deseja aliar bem-estar e entretenimento. Para potencializar ainda mais o esporte em João Pessoa, a cidade tem recebido Antoni Ramos, número 1 do mundo no beach tennis, que tem ministrado uma clínica. O atleta espanhol destacou que o Brasil apresenta bom potencial e é, segundo ele, onde a modalidade mais evolui.

Os brasileiros, obviamente, estão vindo bem fortes. A galera de base está muito forte também e jogando demais. O brasileiro tem um potencial gigante. Tem muitas pessoas jogando aqui no Brasil. É o país onde mais joga no mundo e também onde mais cresce o esporte. Tem mais torneios e mais pessoas jogando, disse.

Nas aulas em João Pessoa, Antoni tem trabalhado em duas bases: aprimorar a técnica e desconstruir os alunos de que existe dificuldade em praticar o esporte. Para ele, quanto mais simples o praticante jogar, menos erros ele cometerá.

Com técnica a gente consegue melhorar mais. É bom treinar a tática, mas isso se aprende bastante durante o jogo. Durante o jogo não conseguimos aprender tanto técnica. Por isso, é muito bom treinar a técnica para quando competir, ficar pronto para ter melhores golpes. O pessoal acha que o beach tennis, às vezes, é até um pouquinho complicado, mas falo para todo mundo, que é mais simples do que a gente pensa. A gente tenta transmitir aos amadores e as pessoas que estão virando profissionais ainda que quanto mais simples a gente joga, menos erros se têm e mais construção consegue ter, afirmou.

Para o professor da modalidade Roberto Tebexreni, o professor espanhol passou fundamentos específicos que são capazes de influenciar o modo como o jogo é praticado.

Um movimento de defesa e um movimento de ataque pode fazer a diferença na partida. Uma hora de clínica acabou sendo muito pouco, mas é sempre interessante estar ao lado do número 1 do mundo. É um prazer enorme. Ele tem muita bagagem. Conseguimos ter vários detalhes específicos e vamos conseguir repassar essa experiência para os alunos, comentou Roberto Tebexreni.

Professores e alunos elogiaram a clínica ministrada — Foto: Divulgação
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Já Lucas de Toledo começou a fazer beach tennis há menos dois anos na durante a pandemia da Covid-19 por ter um distanciamento e ser praticado em local aberto. Agora ter a chance de aprender com Antomi Ramos “foi surreal”.

Tem coisas que a gente nem imagina. Detalhes pequenos, detalhes grandes e correções. É um pé aqui, uma mão ali, mais na frente e entra com o corpo. A gente sabe e ao mesmo tempo não sabe. Ele vai com carinho e diz como fazer correto. É fantástico. É algo de outro mundo, concluiu.