Polícia da PB diz que morador de SC não tomou vacina por duplicidade em CPF

Além de nomes idênticos, dois homens nasceram em São Paulo e têm mães com nomes iguais.

Foto: Dayse Euzébio/Secom-JP
vacinação contra Covid-19
Foto: Dayse Euzébio/Secom-JP

A Polícia Civil da Paraíba concluiu que o catarinense impedido de receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19 tem o mesmo número no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) que um paraibano.

No começo deste mês, quando Júlio César da Conceição, de 32 anos, tentou se vacinar em Santa Catarina, o sistema do Ministério da Saúde apontou que ele já havia sido imunizado na Paraíba.

No entanto, a polícia paraibana descobriu que além da duplicidade no documento, os dois homens nasceram em São Paulo e os nomes das mães deles são iguais.

Segundo o delegado Ricardo Sena, na quinta-feira (19) o morador de Arara foi localizado e ouvido. Ele apresentou os documentos originais como o RG, CPF, certidão de nascimento e carteira de motorista. Ficou comprovada a coincidência com o morador de Santa Catarina. Entretanto, há divergência quanto ao nome do pai, data de nascimento e número do RG.

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“O caso está quase resolvido, é um erro absurdo. São duas pessoas com o mesmo CPF, mesmo nome da mãe e ambos naturais de São Paulo”, afirmou o delegado.

Segundo o procurador da prefeitura de Arara, Evandro Trindade, a coincidência é resultado de um erro da Receita Federal. Uma vez que o morador do local tem mais de um sobrenome e é mais velho que morador de Balneário Camboriú.