Manoel Junior assume prefeitura de João Pessoa pela primeira vez após ‘racha’

Vice-prefeito vai conduzir o comando da capital por nove dias.

Manoel Junior vai conduzir a prefeitura de João Pessoa por nove dias. Foto: Divulgação/Secom-JP

Pela primeira vez após o ‘racha político’ nas Eleições 2018, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), transferiu para o vice-prefeito Manoel Junior (PSC) o comando da capital. A transmissão do cargo ocorreu no gabinete do prefeito, no fim da tarde desta quarta-feira (12). Manoel Junior vai ficar nove dias no cargo. Cartaxo retorna no dia 21 de dezembro para participar das solenidades natalinas de João Pessoa.

Manoel Junior e Cartaxo romperam politicamente durante o processo eleitoral para o governo da Paraíba, em outubro deste ano, quando o vice-prefeito anunciou que iria apoiar o senador José Maranhão (MDB), como candidato ao governo.

Então candidato à Câmara dos Deputados, depois que teve seu desejo de assumir a prefeitura de João Pessoa frustrado com a desistência de Luciano Cartaxo em disputar o governo, Manoel Junior alegou a pessoas próximas quebra de compromisso do gestor pessoense com o projeto dele.

Último ato

Antes de deixar o cargo, Luciano Cartaxo se reuniu com alguns secretários para tratar de ações de zeladoria na cidade e da organização dos eventos de fim de ano. De acordo com o prefeito, chegando agora os festejos de final de ano, quando a capital recebe turistas e o fluxo de pessoas na cidade aumenta, é preciso não descuidar dos serviços essenciais em todos os bairros da cidade.

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“Não podemos descuidar do que é essencial para a cidade nestes períodos em que a cidade é mais movimentada por turistas. Continuamos com atenção total em todos os bairros, intensificando as ações e melhorando os serviços para atender melhor nossa população”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.

Segundo o prefeito, algumas secretarias são mais cobradas neste período por estarem mais relacionadas às festividades como a Semob e Emlur, mas também é importante uma atuação mais efetiva nos bairros, que os hospitais estejam preparados para a necessidade de atendimento que eventualmente ocorra, assim como também a Defesa Civil, já que no início do ano geralmente ocorrem chuvas de verão e a cidade precisa estar em alerta.