João Paulo Medeiros

Sob o efeito de 2022, bancada governista tem ‘romeristas’ e ‘brunistas’ em Campina

Movimentações na política estadual já refletem internamente no ‘Legislativo’

Foto: Ascom
Foto: Ascom

O desenho das articulações na política estadual, para 2022, tem aos poucos moldado o comportamento da bancada governista na Câmara Municipal de Campina Grande. Parte é mais alinhada ao prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), que já avisou que não deverá embarcar num projeto com o governador João Azevêdo (Cidadania).

A outra ‘banda’ busca uma aproximação com o Governo do Estado, no vácuo de um possível movimento feito pelo ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) – em direção ao Palácio da Redenção.

Alguns, inclusive, têm participado – sem embaraços – de agendas de Azevêdo.

Ontem, um debate entre os vereadores Pimentel Filho (PSD), Márcio Melo (PSD) e Rubens Nascimento (DEM) sinalizou como deverá ser o enredo na ‘Casa’ daqui em diante.

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Pimentel criticou a situação de praças, a saúde e escolas públicas municipais e foi, logo em seguida, rebatido por Rubens Nascimento. Já Márcio Melo defendeu a necessidade de levar ao Legislativo as “demandas da população”.

Em meio à guerra fria na bancada o Palácio do Bispo deverá, em breve, viabilizar o ingresso de novos suplentes na ‘Casa’.

Até porque se os ventos continuarem soprando para uma divisão, no Estado, ‘romeristas’ e ‘brunistas’ terão muitos embates pela frente. Dentro e fora do Plenário.