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SAÚDE

Fungo-negro: qual a relação entre o uso indiscriminado de remédios na COVID-19 e a doença que já chegou na Paraíba?

Publicado em 09/06/2021 às 12:21 | Atualizado em 05/02/2024 às 11:43


                                        
                                            Fungo-negro: qual a relação entre o uso indiscriminado de remédios na COVID-19 e a doença que já chegou na Paraíba?

O fungo-negro  chegou à Paraíba.  Conhecida pelos médicos como mucormicose, a doença já vitimou mais de 9 mil pessoas na Índia e aqui no Brasil, 36 casos estão investigação - 02 aqui na Paraíba.

Causada por um fungo que vive no solo, em frutas e alimentos e decomposição, a mucormicose atinge os ossos da face, pulmão e cérebro. Em situações normais, nosso organismo costuma saber lidar com essa infecção muito bem.

No entanto,  quando há alguma imunodeficiência, ele pode ser fatal. Costuma matar 50% dos portadores, principalmente diabéticos e pessoas que estão em uso de corticóides.

A explosão do uso de medicamentos pode ser uma porta-aberta pro fungo-negro que chegou à Paraíba

No caso da COVID-19, os corticóides tem sido usados de forma cada vez mais abusiva pela população. Recomendados apenas para os casos em que o paciente necessita de oxigênio e, utilizados precocemente mesmo por pacientes com quadros leves,  eles tem a capacidade de alterar a resposta do sistema imunológico e baixar a defesa contra esse tipo de invasor. O fundo-negro chegou à Paraíba vindo do sertão. Um caso está em investigação no Hospital Universitário Lauro Wanderlei em João Pessoa.

Uso de antibióticos preocupa

Um estudo publicado essa semana feito por pesquisadores da Inglaterra demonstra que o uso excessivo de antibióticos tem acelerado o crescimento de super-bactérias. Segundo o estudo eles tem sido prescritos sem evidencia de infecção bacteriana e vão selecionando bactérias cada vez mais resistentes. Verificou-se que cerca de 13% dos pacientes de Covid têm de fato coinfecção com alguma bactéria, porém, antibióticos estavam sendo recebidos para um proporção muito maior. Uma parcela de 37% daquelas tomadas tomaram algum antibiótico para o tratamento, e entre os hospitalizados uma taxa foi de 85%.

Pois então essa era uma preocupação da OMS, que prevê que 35 milhões de mortes todos anos no mundo podem ser causadas por essas super-bactérias em 2035. Mas pelo andar da carruagem, isso pode chegar mais rápido do que se pensa.

Imagem

André Telis

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