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COTIDIANO

Polícia investiga retaliação de facção no caso de adolescente morto em policlínica de Bayeux

De acordo com o delegado Douglas García, o jovem não participava de uma facção criminosa, mas fazia postagens em alusão a uma.

Publicado em 04/03/2026 às 15:51


				
					Polícia investiga retaliação de facção no caso de adolescente morto em policlínica de Bayeux
Polícia investiga retaliação de facção no caso de adolescente morto em policlínica de Bayeux - Foto: TV Cabo Branco.

Uma possível retaliação de uma facção criminosa é investigada como motivação para o assassinato de um adolescente de 16 anos, quando estava sendo atendido na Policlínica Benjamin Maranhão, em Bayeux, na Grande João Pessoa, nesta quarta-feira (4). As informações foram confirmadas pela Polícia Civil.

De acordo com o delegado Douglas García, que investiga o crime, apesar do jovem não pariticipar diretamente de uma facção criminosa em específico, material de internet é investigado, onde ele supostamente aparece fazendo alusões a uma facção rival à que é investigada como sendo responsável pela morte.

"Mas tudo indica que a motivação está ligada a essa questão da guerra de facção. Ele é morador no Mutirão (bairro de Bayeux), dominado pelo Comando Vermelho e foi ser atendido ali numa região próxima a uma localidade já dominada pela Okaida", disse o delegado.

Também conforme as investigações preliminares, os suspeitos receberam informações de que o jovem estaria recebendo o atendimento na policlínica e também a ordem de execução. Nenhum suspeito foi preso até a última atualização desta reportagem.

Adolescente estava em uma consulta

O adolescente estava na policlínica para uma consulta com um psiquiatra. De acordo com a família, ele fazia acompanhamento no local.

Quinze minutos após a chegada dele na policlínica, quando já estava sendo atendido por uma médica, dois suspeitos invadiram a clínica pelos fundos e se direcionaram diretamente ao consultório onde a vítima se encontrava.

Após o crime, os suspeitos fugiram para área da mata próxima ao local e até a publicação desta matéria não foram localizados.

O secretário de segurança de Bayeux, Nicolas Bernardo, afirmou que uma viatura da guarda municipal sempre fica no estacionamento da policlínica, porém no momento do assassinato a equipe teria sido acionada para uma ocorrência no mercado municipal e, por isso, não estavam no local.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Bayeux lamentou o ocorrido nas dependências da Policlínica Benjamim Maranhão e informou que o atendimento foi suspenso temporariamente.

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Jornal da Paraíba

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