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SAÚDE

Farmácias de João Pessoa iniciam recolhimento de medicamentos proibidos pela Anvisa; entenda

De acordo com o órgão, os medicamentos proibidos podem provocar arritmias cardíacas graves, desmaios e até morte súbita.

Publicado em 30/04/2026 às 6:11


					Farmácias de João Pessoa iniciam recolhimento de medicamentos proibidos pela Anvisa; entenda
Medicamento para tosse à base de clobutinol da União Química. // Foto: Leonardo Ariel.. Jornal da Paraíba

As farmácias de João Pessoa iniciaram, nesta quarta-feira (29), o recolhimento de medicamentos à base de clobutinol. A substância era utilizada como princípio ativo em xaropes de combate à tosse e foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na última segunda-feira (27).

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A decisão da agência foi motivada pelo risco iminente de saúde associado ao uso dos medicamentos com a substância. Segundo a Anvisa, os medicamentos com clobutinol podem provocar arritmias cardíacas graves, desmaios e até morte súbita.

Isso acontece porque o medicamento combate a tosse e age diretamente no sistema nervoso central. Na Europa, a substância foi proibida em 2007 pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), que identificou a ligação do uso do clobutinol com o prolongamento dos batimentos cardíacos, especificamente no intervalo QT.

No Brasil, o principal medicamento que utiliza a substância é o xarope Hytós Plus, da fabricante União Química. Outras versões genéricas do medicamento eram comercializadas com frascos de 60 ml, 100 ml e 120 ml.

A proibição foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e atinge a fabricação, importação, distribuição e comercialização, determinando a retirada total dos medicamentos em circulação.

Retirada dos medicamentos na PB

A retirada dos medicamentos está sendo feita de forma direta entre as farmácias e a principal fabricante do xarope.

De acordo com a Secretaria de Saúde de João Pessoa ao Jornal da Paraíba, por se enquadrar como uma atividade de recall (retirada imediata dos produtos), a responsabilidade desse recolhimento é dos distribuidores dos medicamentos.

Ainda segundo a secretaria, a fiscalização da retirada poderá ser feita de forma rotineira pela Vigilância Sanitária de todos os municípios que estão realizando o processo.

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Jornal da Paraíba

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