POLÍTICA
Ministério da Saúde libera R$ 2,8 mi para PB
Medida faz parte do Programa Brasil Sem Miséria, lançado pela presidente Dilma Rousseff e reforça a estratégia do governo federal de reestruturar a Atenção Básica no Sistema Único de Saúde (SUS)
Publicado em 21/09/2011 às 9:24
O Ministério da Saúde liberou, na quarta-feira (20) , R$ 120 milhões para reformar unidades de saúde instaladas nos 26 Estados e no Distrito Federal.
A medida faz parte do Programa Brasil Sem Miséria, lançado pela presidente Dilma Rousseff, no início do ano, e reforça a estratégia do governo federal de reestruturar a Atenção Básica no Sistema Único de Saúde (SUS). Para a Paraíba foram liberados pouco mais de R$ 2,8 milhões.
Atualmente, 38 mil UBS (unidade básica de saúde)estão em funcionamento no país. Nelas, os usuários do SUS realizam consultas médicas, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica. As reformas incluirão obras estruturais, como adequação do espaço físico, cobertura das unidades, reformulação dos pisos e limpeza.
Em Campina Grande são 94 equipes integrantes do programa. Segundo a secretária de Saúde do município, Tatiana Medeiros, as unidades têm passado por reformas e melhoramentos de forma periódica e a cidade deverá receber, através de recursos do Plano de Aceleração do Crescimento da Saúde (PAC 2), mais dez novas unidades.
“Nós conseguimos ao longo dos últimos anos ampliarmos em muito o número de equipes no município. Recentemente, inauguramos algumas unidades e estamos de forma permanente melhorando a estrutura e a qualidade dos serviços prestados à comunidade”, assinalou Tatiana Medeiros.
O Estado que mais recebeu recursos na região Nordeste foi a Bahia, com mais de R$ 12,8 milhões; em seguida aparece o Ceará, com 7,7 milhões; Pernambuco com R$ 6,5 milhões, e o Maranhão, com pouco mais de R$ 6 milhões. A Paraíba ficou em sétimo no ranking do Nordeste.
A indicação das unidades que passará por reformas será feita pelos gestores estaduais, nas Comissões Intergestores Bipartite (CIB).
Municípios localizados em regiões de extrema pobreza ou com baixo Produto Interno Bruto (PIB) per capita serão priorizados. Os recursos para as reformas das UBS serão definidos conforme o tamanho das unidades de saúde.

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