COTIDIANO
Diretor de escola é preso suspeito de abusar sexualmente de aluna, em Queimadas
Vítima, de 10 anos de idade, denunciou comportamentos inadequados do homem à sua mãe, que informou à diretoria da escola, no bairro do Ligeiro.
Publicado em 04/05/2026 às 18:52 | Atualizado em 04/05/2026 às 19:34

Um diretor de uma instituição de ensino, que também atua como professor na mesma escola, foi preso na manhã desta segunda-feira (4), em Queimadas, no Agreste da Paraíba. O homem, de 52 anos, é suspeito de abusar sexualmente de uma aluna de 10 anos nas dependências da escola, localizada no bairro do Ligeiro, na cidade.
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De acordo com a Polícia Civil, o investigado já vinha sendo acusado pela vítima de comportamentos inadequados há certo tempo. A Polícia Civil informou ainda que durante o relato da vítima foi dito que o diretor da escola teria abraçado ela por trás, tocado em partes íntimas, e, na semana passada, o suspeito teria beijado a aluna à força.
Após o ocorrido, a criança contou aos responsáveis em casa o que havia acontecido. O caso foi comunicado à direção da escola e, em seguida, a mãe da vítima procurou a polícia para registrar a ocorrência.
A vítima foi levada à delegacia, onde passou por depoimento especial, procedimento previsto em lei para ouvir crianças e adolescentes vítimas de violência.
Com base nas informações coletadas, a polícia instaurou um inquérito policial e solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi autorizada pelo plantão judiciário durante o fim de semana. O mandado foi cumprido no momento em que o professor chegava à escola.
Segundo a Polícia Civil, a prisão foi solicitada com base na garantia da ordem pública, considerando que o investigado exercia função de professor e tinha acesso direto a outras crianças. A medida também visa permitir o avanço das investigações, que buscam identificar se há outras possíveis vítimas.
O suspeito foi ouvido pela polícia e negou todas as acusações, afirmando que não cometeu os atos e que desconhece a motivação das denúncias.
As investigações estão em andamento, com a coleta de novos depoimentos e análise de provas.
A Polícia Civil não divulgou o nome da instituição de ensino para preservar as investigações. Até a última atualização desta reportagem, o Jornal da Paraíba não havia conseguido contato com a escola onde o suspeito atuava como professor e diretor para solicitar posicionamento sobre o caso.

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