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COTIDIANO

Filha de idosa encontrada morta em Bayeux revela 'angústia de não saber o que aconteceu'

Família questiona como a vítima chegou a local de difícil acesso. Laudos iniciais do IPC não apontaram sinais de violência física ou sexual.

Publicado em 08/05/2026 às 13:46


					Filha de idosa encontrada morta em Bayeux revela 'angústia de não saber o que aconteceu'
Idosa desaparece após acompanhar vizinho em consulta médica, em João Pessoa - Foto: Reprodução. Gustavo Demétrio

A filha de Milce Daniel Pessoa, a idosa de 72 anos encontrada morta em uma área de mata em Bayeux no dia 29 de abril, disse que a família sente "angústia de a gente não saber o que realmente aconteceu".

A declaração foi dada nesta sexta-feira (8), mesmo dia em que o Instituto de Polícia Científica (IPC) informou que os primeiros exames não identificaram sinais de violência no corpo.

Em entrevista à TV Cabo Branco, Suênia Pessoa afirmou que ainda espera respostas, principalmente sobre como sua mãe chegou ao local onde o corpo foi encontrado. "O percurso que foi feito, como que ela teria chegado nesse local onde foi encontrada, porque todo mundo que acompanhou viu que não é um local de fácil acesso", questionou.

Suênia também disse que a mãe era "totalmente lúcida" e que não acredita na hipótese de que ela tenha tido uma confusão mental. "Até para ela chegar ao local, pela questão da idade dela e dificuldade de andar, ela não teria como chegar até ali sozinha", completou.

O que diz o IML

De acordo com o diretor do Instituto Médico Legal, Flávio Fabres, os exames de PSA (para violência sexual) e o toxicológico (para envenenamento) deram negativo. A autópsia também não evidenciou sinais de violência física.

"O corpo estava em avançado estado de decomposição. Tanto a perícia criminal, no local, quanto a autópsia não evidenciaram sinais de violência", disse Fabres.

Ele ressaltou, no entanto, que a causa da morte permanece indeterminada e que é preciso aguardar o resultado de outros exames. O diretor também explicou que, embora os laudos iniciais ajudem a nortear a investigação, eles não descartam totalmente a possibilidade de algum tipo de abuso.

"São exames que norteiam, não são exames que irão dizer, por exemplo, com o PSA negativo, que a gente não teve violência sexual, porque a violência sexual ela pode ser manifestada de várias formas. Você pode ter uma violência sexual e você não deixar marcas", explicou.

Imagem

Luana Silva

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