COTIDIANO
Homem encontrado em quarto de hotel em João Pessoa foi morto por asfixia, diz IML
Washington Rodrigo, de 33 anos, estava algemado e com um fio no pescoço.
Publicado em 27/07/2026 às 18:45 | Atualizado em 27/07/2026 às 18:57

O Instituto Médico Legal (IML) confirmou nesta segunda-feira (27) que Washington Rodrigo, de 33 anos, encontrado morto em um quarto de hotel no bairro de Manaíra, em João Pessoa, foi vítima de asfixia e tortura. O corpo foi localizado no fim da tarde de sexta-feira (24).
A informação sobre a causa da morte e as agressões sofridas pela vítima foi repassada à TV Cabo Branco pelo diretor do IML, o médico Flávio Fabres.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito de cometer o crime é um adolescente. Apurações da TV Cabo Branco indicam que o menor de idade usou um nome falso para se hospedar no estabelecimento. A identidade dele não foi divulgada.
O caso foi atendido inicialmente pelo delegado Gustavo Carleto, mas a investigação ficará a cargo da Delegacia da Infância e da Juventude de João Pessoa.
Relembre o caso
Washington Rodrigo foi encontrado morto, algemado e com um fio de secador enrolado no pescoço dentro de um quarto de hotel no bairro de Manaíra, em João Pessoa. O quarto onde o corpo foi localizado fica no primeiro andar do prédio. Segundo a Polícia Civil, a vítima não possuía registro de hospedagem no estabelecimento.
Ainda conforme a investigação, Washington teria entrado no hotel por volta das 4h da sexta-feira (24) e foi encontrado sem vida no período da tarde.
A polícia foi acionada após uma hóspede relatar ter ouvido barulhos vindos do quarto ao lado. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar foram enviadas ao local. A PM realizou o isolamento da área, enquanto o Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) fez a perícia.
Familiares informaram à TV Cabo Branco que Washington Rodrigo trabalhava como motorista autônomo e havia dito à mãe que faria uma corrida particular para Pipa, no Rio Grande do Norte. Depois disso, segundo a família, ele não deu mais notícias.
Após a realização da perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC) e, posteriormente, liberado para o velório e sepultamento em Bayeux, cidade onde a vítima morava.

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