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COTIDIANO

Porteiro de escola fica na mira de revólver enquanto bandidos roubam celulares de estudantes

Segundo funcionários da escola, foi solicitado apoio da Polícia Militar, mas nenhum policial compareceu ao local do crime.

Publicado em 11/05/2016 às 10:14

O porteiro de uma escola particular, que funciona no bairro do Santo Antônio, em Campina Grande, ficou sob a mira de um revolver enquanto dois bandidos roubaram celulares de alunos que estavam chegando no colégio. O fato aconteceu na manhã da última terça-feira (10) e as informações estão de acordo com funcionários da escola, que solicitaram o apoio da Polícia Militar (PM) para atender a essa ocorrência, mas alegam que nenhum policial compareceu ao local do crime para apurar o que aconteceu.
De acordo com uma funcionária da escola, que não quis se identificar, por volta das 6h30 dois homens chegaram em uma moto ao estabelecimento e renderam o porteiro. Eles estavam de capacetes e fizeram ameaças contra o funcionário enquanto pegavam os celulares dos estudantes. “Os bandidos aproveitaram o momento em que o porteiro estava abrindo a porta para os alunos e assaltaram. Eles colocaram a arma na cabeça do nosso porteiro, que não teve nenhuma reação” disse.
Ainda conforme a funcionária, a escola conta com um circuito de câmeras de monitoramento interno, mas a ação dos bandidos não foi flagrada. Ela comentou também que as pessoas que trabalham no ambiente escolar já se sentem intimidadas com a violência e os constantes assaltos que são registrados no entorno da escola, que fica na zona leste da cidade. Por conta disso, temem se identificar e cobram um reforço da segurança por parte da polícia nas proximidades do local.
O Jornal da Paraíba online tentou entrar em contato com o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, o major Gilberto Felipe, por meio de ligações telefônicas. No entanto, foi repassada a informação de que ele estaria em uma reunião e não poderia atender a imprensa para comentar o assunto no momento. Até essa matéria ser publicada o Jornal da Paraíba não obteve nenhum retorno por parte da PM.
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Jornal da Paraíba

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