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COTIDIANO

Suspeito de integrar rede de comércio ilegal de anabolizantes na Paraíba é preso

Segundo a Polícia Civil, grupo criminoso que comercializava anabolizantes de forma ilegal tem atuação em seis estados do Brasil.

Publicado em 12/08/2026 às 9:04


					Suspeito de integrar rede de comércio ilegal de anabolizantes na Paraíba é preso
Suspeitos de fabricar e distribuir anabolizantes são alvos da polícia do DF — Foto: PCDF/Reprodução. Mabel Pontes

Um homem suspeito de participar de uma rede de produção de comércio ilegal de anabolizantes foi preso na manhã desta quarta-feira (12), em João Pessoa.

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A operação da Polícia Civil contra o grupo criminoso foi deflagrada no Distrito Federal, e constatou que o esquema também acontecia em outros estados do Brasil: Goiás, Paraíba, Paraná, Acre e Minas Gerais.

Na Paraíba, os investigadores identificaram um laboratório filial operado a partir de uma mansão alugada e de uma residência de alto padrão à beira-mar, que contava com apoio de familiares e de uma parceira local no recebimento de insumos importados por correio.

A Polícia Civil da Paraíba cumpriu dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão relacionados à operação em João Pessoa. O suspeito preso foi encaminhado à carceragem da Cidade da Polícia Civil e está à disposição da Justiça.

Produção ilegal de anabolizantes

Os policiais afirmam que os anabolizantes eram produzidos de forma caseira e com substâncias hormonais, diuréticos e estimulantes precários. Médicos veterinários cooperavam, emitindo receitas falsas para a compra de medicamentos de uso controlado em estabelecimentos agropecuários.

Para das mais legitimidade aos produtos, os suspeitos usavam rótulos em língua estrangeira e bandeiras de outros países. Além disso, nutricionistas e treinadores recomendavam as substâncias, afirma a Polícia Civil.

Os agentes cumprem 45 mandados de prisão e 50 de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 32 milhões dos investigados – 11 veículos de luxo serão apreendidos (veja vídeo acima). Além disso, 13 estabelecimentos foram fechados e 22 perfis em redes sociais foram derrubados.

Entre os alvos de prisão estão Roberto Carlos Pereira de Carvalho, conhecido como Jiraiya e apontado como chefe do esquema; a influenciadora Ana Luiza de Nazaré Lima e Alam Manoel Lima.

Imagem

Mabel Pontes

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