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VIDA URBANA

Comerciantes fecham a entrada da Empasa

Cerca de 200 comerciantes realizaram protesto reivindicando melhorias no local e mais segurança.

Publicado em 24/10/2013 às 6:00 | Atualizado em 18/04/2023 às 17:25

Cerca de 200 comerciantes realizaram na manhã de ontem um protesto em frente à Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa), em Campina Grande, reivindicando melhorias no local e mais segurança. Vários comerciantes e clientes estão se queixando de assaltos no local. Houve queima de pneus e atraso nas entregas de mercadorias.

Segundo os comerciantes que trabalham na Empasa, várias reivindicações deram força à manifestação, entre elas melhorias nos sanitários, pavimentação e recuperação do estacionamento, organização dos boxes e no trânsito interno. Mas, conforme os manifestantes, o principal ponto é a segurança.

De acordo com o comerciante José Orlando, 53 anos, não há nenhum tipo de monitoramento na entrada da Empasa e a maioria do assaltos acontece por homens que entraram de moto e capacete no local. Além da porta principal, bandidos costumam entrar por um buraco existente em um muro que está em reforma por trás da Empasa. “Não tem hora para acontecer assaltos. Antes, aconteciam mais à noite, mas agora acontecem até pela manhã, quando o movimento é grande”, contou ele.

Uma comerciante de 45 anos, que não quis se identificar, relatou que recentemente foi assaltada em seu boxe. Ela contou que um homem entrou de moto e capacete e anunciou o assalto. “Na hora eu pensei até que fosse uma brincadeira de um dos meninos que trabalham aqui, mas quando eu sorri, ele falou que era sério e levou todo o dinheiro que eu estava na hora. Nem sei quanto tinha”, disse.

O protesto começou por volta das 7h, quando os comerciantes queimaram pneus na entrada da empresa e fecharam a rua Doutor Vasconcelos com caminhões atravessados na pista.

Alguns caminhoneiros ficaram presos, sem poder sair do local e outras queriam entrar para descarregar mercadorias. Somente após as 9h os manifestantes liberaram a via. O Corpo de Bombeiros apagou as chamas e a Companhia e Policiamento de Trânsito (CPTran) normalizou o tráfego.

Um dos prejudicados foi o caminhoneiro Rilson Travassos, 33 anos. Ele faz o abastecimento de frutas em alguns supermercados de Campina Grande, mas ficou impossibilitado de entrar na Empasa devido ao protesto.

“Eu quero entrar para carregar o caminhão e não posso. Só hoje de manhã eu tenho três cargas para entregar. Mas, de certa forma eu entendo que já estava na hora de tomar alguma atitude. Estão tendo muitos assaltos”, ressaltou.

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Jornal da Paraíba

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