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VIDA URBANA

Mãe confessa participação em morte de menino em Sumé

Laudenice dos Santos Siqueira confessou a participação do assassinato durante depoimento à polícia e disse que filha de 8 anos também seria morta no ritual

Publicado em 17/10/2015 às 11:11

Paulistinha agarrou ele pelas costas e Xana golpeou de faca e colocou a bacia em baixo pra tirar o sangue. Eu ainda vi ele 'ciscando', todo mundo ficava rindo.” Esse foi o relato frio e chocante, onde a mãe do pequeno Everton Siqueira Silva, assumiu a participação na morte da criança, de apenas 5 anos. Laudenice dos Santos Siqueira resolveu confessar a participação do assassinato durante depoimento à polícia nesta sexta, em João Pessoa, depois que soube da confissão de Welligton Soares Nogueira, conhecido como 'Pai Etinho'.

Segundo ela, o menino foi para o Boqueirão, onde foi morto, achando que iria pra rua, brincar. Chegando ao local, ela contou que ficou sentada, enquanto taparam a boca da criança e o ex-presidiário Denivaldo Santos Silva (Paulistinha) o agarrou pelas costas. Nesse momento, o padrasto do menino, Daniel Ferreira dos Santos (Xana), desferiu um golpe de faca e esperou que todo o sangue da criança caísse na bacia. Depois foi aberto o tórax da criança e decepado o órgão genital. Segundo Laudenice, durante toda a ação os envolvidos ficavam rindo, o que demonstra, segundo o delegado Paulo Ênio, a mente doentia dos acusados.

“Eles enganaram o menino para matá-lo. Ele não teve medo porque estava perto da mãe. Foi tudo planejado por mentes doentias. Ela mesma enganou a polícia desde o início, mentindo muito”, disse o delegado. Outro detalhe do relato é que Laudenice falou que Xana e Paulistinha eram acostumados a fumar crack juntos. A mãe ainda admitiu que a irmã de Everton, Even, que tem uns 8 anos de idade, também seria morta.

Polícia investiga se o sangue da criança foi tirado por encomenda

Segundo o delegado Paulo Ênio, a polícia agora investiga qual a motivação da morte da criança. “Durante o depoimento, a mãe afirmou que 'suspeitava que o sangue do menino iria ser oferecido e não bebido'. Por isso, é provável, que haja mais pessoas envolvidas no caso”, relatou. Um dos indícios investigados pela Polícia é o fato do 'Pai Etinho' ter viajado logo após o crime, quando ele pode ter levado o sangue para algum lugar. A hipótese ainda não foi confirmada pela polícia, mas as investigações continuam e o acusado deve ser ouvido na próxima segunda-feira, quando mais provas forem reunidas.

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Jornal da Paraíba

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