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VIDA URBANA

Preso grupo suspeito de fraudes em transferências bancárias

Grupo fez transações fraudulentas, causando prejuízo de mais de R$ 200 mil.

Publicado em 24/01/2017 às 10:34

Um grupo, formado por quatro pessoas, foi preso em flagrante na segunda-feira (23), suspeito de praticar crimes relacionados a transferências bancárias em todo o Brasil. O grupo é formado por dois homens e duas mulheres, entre 28 e 36 anos. Segundo o delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, a polícia chegou aos suspeitos após investigar transferências fraudulentas de contas bancárias de uma grande empresa do estado do Espírito Santo.

O grupo suspeito dos crimes é formado por José Hilton Barros Silva, de 36 anos, Antonia Andrade Marques, de 28 anos, Alan Paolo Chagas do Nascimento, de 31 anos e Débora Kelly Olegário Barreto, de 30 anos. Segundo a polícia, Antonia foi presa na residência dela, situada no Bairro das Indústrias em João Pessoa. José Hilton na cidade de Rio Tinto. Já Alan Paolo e Débora Kelly foram presos na cidade de Mamanguape.

Após as primeiras investigações das transferências fraudulentas, identificaram que a primeira transferência foi feita na sexta-feira, dia 20 de janeiro, no valor de R$ 40 mil. Nessa segunda feira (23) seria feita mais uma transferência, desta vez de R$ 30 mil, mas os suspeitos foram presos pela DDF antes que conseguissem sacar os valores transferidos. Os agentes de investigação descobriram que o grupo fez pelo menos quatro transações fraudulentas, causando um prejuízo só a esta empresa de mais de R$ 200 mil.

“A organização criminosa possui integrantes com conhecimento avançado na área de informática, responsáveis por hackear as contas bancárias e senhas de sistemas internos de grandes empresas. Parte do grupo transfere valores para contas de terceiros ‘laranjas’, enquanto outros são responsáveis pela ‘contratação’ das pessoas que fornecem suas contas pessoais para a realização das operações", informou o delegado Lucas Sá.
Ainda conforme o delegado, "os valores das transações bancárias variam entre R$ 30 e R$ 40 mil. Quando o processo é concluído o dinheiro é imediatamente retirado pelos titulares das contas e repassado aos membros da organização, mediante o pagamento de comissões”.
Além das quatro pessoas presas, a DDF também identificou Maria Luiza Vicente da Silva que está foragida como suspeita de envolvimento com o grupo criminoso. Com as pessoas presas, a polícia apreendeu folhas de cheque em branco de vítimas da Paraíba, anotações de cartões de crédito - o que levanta a suspeita que eles também podem praticar o crime de clonagem de cartões de crédito.
Os presos estão recolhidos na carceragem da Central de Polícia do Geisel, em João Pessoa, onde aguardam a audiência de custódia. A polícia ainda está a procura de novos participantes do grupo criminoso e buscando identificar possíveis novas vítimas.
Imagem

Jornal da Paraíba

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