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SILVIO OSIAS

Tiros no presidente e um pelotão de fuzilamento

Kennedy, Reagan e Trump no país que mantém a pena de morte.

Publicado em 28/04/2026 às 6:44


				
					Tiros no presidente e um pelotão de fuzilamento
Foto/Reprodução. Silvio Osias

22 de novembro de 1963. Eu tinha pouco mais de quatro anos, mas guardo na memória algo daquele dia em que o presidente John Kennedy foi assassinado em Dallas.

É uma lembrança em forma de fragmentos, mas é clara. O rádio Philips ligado, e meu pai ouvindo as notícias transmitidas em inglês pela Voz da América.

Quatro de abril de 1968, Martin Luther King. Cinco de junho de 1968, Bobby Kennedy. As notícias chegaram na manhã seguinte. Deles, lembro muitíssimo bem.

30 de março de 1981, Ronald Reagan. O presidente dos Estados Unidos sofre um atentado em frente ao Hotel Hilton, em Washington, e sai ferido.

Menos de quatro meses antes, o beatle John Lennon foi assassinado quando chegou ao edifício onde morava, em Nova York. A América e seus grandes assassinatos.

13 de julho de 2024. Em campanha por um segundo mandato, o ex-presidente Donald Trump leva um tiro de raspão na orelha direita. O atirador foi morto.

25 de abril de 2026. No mesmo hotel do atentado a Reagan, o presidente Donald Trump foi retirado do jantar com correspondentes estrangeiros depois de tiros no local.

Há um homem preso e um manifesto escrito por ele, classificado pelo próprio presidente Donald Trump como um lobo solitário. Lobo solitário e anticristão.

E há muitas perguntas ainda sem respostas. Até a especulação de que tudo foi montado para desviar a atenção do maior problema de Trump atualmente: a guerra no Irã.

O mundo está em guerra, e os Estados Unidos enfrentam turbulências como não víamos há muito tempo. Turbulências e episódios em que a vítima pode ser o presidente.

Um dia antes dos tiros de sábado passado no Hotel Hilton, vi uma triste notícia. Donald Trump quer pelotão de fuzilamento para executar condenados à morte.

Os Estados Unidos têm pena de morte. Não no país inteiro, mas em quase 30 dos seus 50 estados. O pelotão de fuzilamento seria para condenados em processos federais.

Estamos no início do segundo quarto do século XXI. 25 anos já se passaram. A pena de morte como instrumento de estado atenta contra o processo civilizatório.

Os americanos se gabam de muita coisa. Da democracia, das riquezas, do poder bélico. A pena de morte devia envergonhá-los. É um ataque ao que conquistaram como Nação.

Foto/Reprodução

Silvio Osias

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