Taxa de desemprego na PB tem leve aumento no 1º trimestre de 2022

Taxa de desemprego na Paraíba ficou 14,3% no 1° trimestre de 2022 contra um percentual de 13% no último trimestre de 2021, aponta IBGE.

Taxa de desemprego aumenta para 14,3% no primeiro trimestre de 2022, diz IBGE. Foto: Divulgação

A taxa de desemprego na Paraíba ficou 14,3% no 1° trimestre de 2022, o que significa um aumento na comparação com o 4º trimestre de 2021, quando registrou um percentual de 13%. Representa ainda queda de 1,9 pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2021, quando atingiu 16,2%. Os dados estão incluídos no resultado trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre anterior, a taxa de desemprego ficou estável em 26 unidades da Federação. De acordo com o IBGE, o único recuo foi no Amapá (3,3 pontos percentuais).

Os estados da Bahia (17,6%), Pernambuco (17%) e Rio de Janeiro (14,9%) apresentaram as maiores taxas de desocupação. Já as menores foram em Santa Catarina (4,5%), no Mato Grosso (5,3%) e no Mato Grosso do Sul (6,5%).

No 1° trimestre, a taxa de desocupação por sexo em todo o país ficou em 9,1% para os homens e 13,7% para as mulheres. Em cor ou raça, o desemprego entre os brancos alcançou 8,9%, ficando abaixo da média nacional, mas para os pretos (13,3%) e pardos (12,9%) ficou acima.

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Carteira assinada

O percentual de empregados com carteira assinada atingiu 55,6% no setor privado, sendo o quarto menor percentual do país, ficando a frente apenas do Maranhão (47,3%), Pará (51,3%) e Piauí (51,4%).

Conta própria

A parcela da população ocupada da Paraíba trabalhando por conta própria ficou em 31%, acima do índice nacional de 26,5%. Os maiores percentuais foram do Amapá (35,9%), Amazonas (35,7%) e Pará (34,6%) e os menores, do Distrito Federal (19,4%), Mato Grosso do Sul (22,3%) e São Paulo (23,6%).

Informalidade

A taxa de informalidade para a Paraíba foi de 53,1% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (62,9%), Maranhão (59,7%) e Amazonas (58,1%) e as menores, com Santa Catarina (27,7%), Distrito Federal (30,3%) e São Paulo (30,5%).