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ECONOMIA

Erros financeiros no início do ano: Gil do Vigor explica como retomar o controle

O início do ano marca a cobrança de despesas como impostos e faturas acumuladas. Gil dá dicas de como se organizar em meio a tantas cobranças.

Publicado em 22/02/2026 às 16:04


				
					Erros financeiros no início do ano: Gil do Vigor explica como retomar o controle
Foto: Divulgação/Globo. Jornal da Paraíba

O início do ano marca a cobrança de despesas previsíveis, como impostos, volta às aulas e as faturas acumuladas durante o fim do ano. Durante o período, muitas famílias ficam com pouca margem de manobra para lidar com essas responsabilidades financeiras. Só na Paraíba, 1,31 milhão de pessoas estão inadimplentes, segundo dados do Serasa.

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Dentro desse contexto, o economista e apresentador Gil do Vigor deu algumas dicas de como retomar o controle das finanças durante os primeiros meses do ano.

Segundo o economista, o principal erro é tratar o mês de janeiro como uma surpresa. “Janeiro é um mês que acontece todo ano, e torna-se desafiador por carregar as contas de dezembro, o qual tem datas convidativas para o consumo como o natal e réveillon. Por isso é importante criar um plano efetivo, guardando dinheiro ao longo do ano para não cair em dívidas”, conta.

Gil também destaca que o descontrole não parte de um gasto isolado, e sim de um acúmulo de dívidas. É importante se atentar aos hábitos que realmente são a fonte do descontrole financeiro. No caso da Paraíba, as dívidas mais comuns são justamente esses parcelamentos acumulados e contas comuns.

Dívidas mais comuns do inadimplentes no estado:

  • Bancos e cartões de crédito: 26,1% dos casos
  • Contas comuns (água, luz e gás): 22,1% dos casos
  • Outras dívidas financeiras: 19,2% dos casos

Gil defende que a saída é começar pelo básico, com um plano simples e realista, definindo as despesas realmente inevitáveis do mês. O economista destaca a necessidade de reconhecer os valores já comprometidos no mês, para realmente construir um panorama financeiro. Se necessário, Gil também recomenda buscar meios de renegociação formal das dívidas, para evitar que esses valores se acumulem ainda mais.

Na Paraíba, esse caminho tem ganhado força com o mutirão do Procon-PB, que realizou 17 mutirões de renegociação em 2025, com R$ 10,3 milhões renegociados e mais de 12 mil consumidores beneficiados — uma alternativa para quem precisa “reabrir espaço” no orçamento e retomar o controle.

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Jornal da Paraíba

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