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MEIO AMBIENTE

Área de seca na Paraíba tem queda de 15% no início de 2022, aponta levantamento da ANA

Fenômeno de diminuição da seca aconteceu em outros 11 estados do Brasil.

Publicado em 22/02/2022 às 12:22 | Atualizado em 22/02/2022 às 13:02


                                        
                                            Área de seca na Paraíba tem queda de 15% no início de 2022, aponta levantamento da ANA
Foto: Allisson Linhares

O estado da Paraíba sofria com o problema das secas em 100% do território, desde 2020. Porém, em janeiro deste ano, essa porcentagem diminuiu para 85%, como apontam os dados do Monitor de Secas, publicado, nesta terça-feira (22), pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

O monitor é um mecanismo utilizado para saber a severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e longo prazo.

De acordo com o monitor, desde maio de 2021, esta é a primeira vez que o estado registra áreas livres de seca fraca, levando em consideração que houve a redução da área seca em 15% no estado. Em relação à seca grave, a Paraíba registrou a situação mais branda do fenômeno desde novembro de 2021, quando 40% do território passou por seca grave.

Esse fenômeno de diminuição da seca, aconteceu em outros 11 estados, segundo o monitor, que foram: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.

Monitor de Secas

O Monitor de Secas funciona desde 2014 e foi baseado no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor.

O Monitor abrange as cinco regiões do Brasil, o que inclui os nove estados do Nordeste, os três do Sul, os quatro do Sudeste, os três do Centro-Oeste mais o Distrito Federal, além do Tocantins.

O Monitor de Secas é coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos, que atuam na autoria e validação dos mapas.

Imagem

Jornal da Paraíba

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