Veneziano garante ter deixado R$ 27 milhões

Ex-prefeito atribuiu os problemas financeiros enfrentados pelo Ipsem às gestões que o antecederam na prefeitura de Campina Grande

O ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) negou as acusações feitas pelo atual presidente do Ipsem e afirmou que sua gestão foi a responsável por ‘salvar’ a entidade de uma situação de falência. O peemedebista garantiu que deixou cerca de R$ 27 milhões em reservas para a previdência municipal e afirmou que o patrimônio do Ipsem triplicou durante o período de oito anos em que esteve à frente do governo municipal.

“Nós acrescemos em 300% o patrimônio do Ipsem e deixamos cerca de R$ 27 milhões de reservas, capitalizando o instituto que estava com situações precaríssimas. Eu encontrei o Ipsem com os dias contados, nós tínhamos uma reserva suficiente apenas para seis meses de pagamento aos aposentados e pensionistas”, explicou Veneziano.

O ex-prefeito atribuiu os problemas financeiros enfrentados pelo Ipsem às gestões que o antecederam na prefeitura de Campina Grande. “Quando eu assumi em 2005, encontrei o Ipsem com R$ 80 milhões de débitos a receber da prefeitura. De lá para cá capitalizamos o Ipsem. No nosso governo, nós estabelecemos um calendário de pagamento e assim o cumprimos numa demonstração de respeito ao ex-servidor”, garantiu. Veneziano sucedeu a ex-prefeita Cozete Barbosa (PT).

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Ele disse ainda que não há irregularidade no repasse de verbas da prefeitura ao Ipsem, já que os valores podem ser parcelados.

“As nossas obrigações em consignações foram todas elas pagas. Já as obrigações patronais podem ser parceladas de acordo com as possibilidades do Executivo para com o instituto”, afirmou.