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CONVERSA POLÍTICA

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de filho de Lula com votos contrários de paraibanos

Sessão na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (26) foi marcada por confusão.

Publicado em 26/02/2026 às 13:55


				
					CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de filho de Lula com votos contrários de paraibanos
Reprodução

A CPI mista do INSS aprovou, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Lula (PT). A decisão foi tomada em meio a uma sessão marcada por forte tensão política e terminou em confusão no plenário da comissão.

Da bancada da Paraíba que integra a CPI, os deputados Damião Feliciano (União) e Romero Rodrigues (Podemos) votaram contra a quebra de sigilo do filho do presidente.

Confusão após a votação

Logo após o resultado, parlamentares governistas se aproximaram da mesa da comissão para protestar. O clima rapidamente se agravou, com empurra-empurra, troca de acusações e relatos de agressões físicas.

Entre os envolvidos no tumulto estavam o deputado Rogério Correa (PT-MG), o relator da CPI, Alfredo Gaspar (União-AL), além dos deputados Evair de Melo (PP-ES) e Luiz Lima (Novo-RJ).

Diante da confusão, a sessão chegou a ser suspensa, mas foi retomada minutos depois com manifestações de parlamentares.

Durante a retomada dos trabalhos, o deputado Luiz Lima afirmou ter sido atingido por um soco durante o tumulto. Já Rogério Correa admitiu que acabou desferindo o golpe enquanto era empurrado e pediu desculpas publicamente ao colega.

Por que Lulinha entrou na mira da CPI

O nome de Lulinha passou a ser investigado após a Polícia Federal apreender mensagens trocadas entre Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e a empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente.

Segundo as investigações, Roberta teria recebido pagamentos de Antunes para atuar junto a órgãos da área da saúde na comercialização de produtos de cannabis medicinal. Ela foi alvo de operação da PF e nega qualquer irregularidade.

Suspeita de ‘sócio oculto’

De acordo com o relator da CPI, a quebra de sigilo foi motivada pela suspeita de que Lulinha teria atuado como “sócio oculto” de Antônio Camilo. Alfredo Gaspar afirma que mensagens interceptadas indicam que um pagamento de R$ 300 mil, feito à empresa de Roberta Luchsinger, teria como destino final o “filho do rapaz”, em referência ao presidente da República.

A decisão amplia o alcance das investigações da CPI e adiciona um novo foco de desgaste político ao governo federal no Congresso.

Imagem ilustrativa da imagem CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de filho de Lula com votos contrários de paraibanos

Angélica Nunes Laerte Cerqueira

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