CONVERSA POLÍTICA
Quaest na Paraíba: 71% dizem que voto para Senado é definitivo; veja o que está mais consolidado
Percentual de entrevistados que admitem mudar de escolha caiu de 34% para 28% em um mês.
Publicado em 24/09/2026 às 17:34 | Atualizado em 24/09/2026 às 18:18

A escolha para o Senado está mais consolidada entre os eleitores paraibanos, mas ainda há espaço para mudança na reta final da campanha. Pesquisa Quaest divulgada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba nesta terça-feira (22) mostra que 71% dos entrevistados consideram definitivo o voto para senador. Em agosto, eram 65%.
Na direção contrária, caiu de 34% para 28% o percentual dos que dizem que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro. O percentual era de 34% no levantamento anterior.
A segunda pesquisa Quaest ao Senado na Paraíba apontou João Azevêdo (PSB) na liderança, com 28% das intenções de voto no cenário estimulado. Veneziano (MDB) aparece em segundo com 18%, Nabor (Republicanos) tem 12%, e Dr. Marcelo Queiroga (PL) tem 7%.
Voto consolidado dos candidatos
A pesquisa também perguntou aos eleitores que declararam intenção de votar nos candidatos se a escolha era definitiva ou poderia mudar.
Entre os quatro candidatos mais citados, Nabor (Republicanos) tem o maior índice de voto declarado como definitivo, com 80%. Veneziano (MDB) aparece com 74%, João Azevêdo com 72% e Marcelo Queiroga com 65%.
Já Veneziano foi quem teve o maior avanço no voto consolidado, passando de 65% para 74%, uma variação de nove pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.
João Azevêdo (PSB) mantém um eleitorado cristalizado e estável, passando de 69% para 72% de votos definitivos.
Já entre os que declararam voto em Marcelo Queiroga (PL), o percentual de escolha definitiva passou de 59% para 65%. Ele tem o eleitor mais volátil, com 34% afirmando que ainda pode mudar o voto
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Dados da pesquisa
A Quaest, contratada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba, realizou 804 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 21 de setembro. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os números PB-01325/2026 e BR-09990/2026.

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