PLENO PODER
MDB oficializa candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba
Convenção aconteceu na tarde desta quarta-feira, em João Pessoa.
Publicado em 05/08/2026 às 17:32

O MDB oficializou na tarde desta quarta-feira (5), a candidatura do ex-senador, Cícero Lucena, ao Governo da Paraíba. A convenção partidária aconteceu em João Pessoa, no dia que marcou os 441 anos da capital do Estado. Também foi homologada a candidatura de Diogo Cunha Lima para vice, indicado pelo PSD.
Para o Senado, a chapa contará com candidatos apenas do MDB, que serão Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha. O partido ainda apresentou uma nominata com 32 nomes para a Assembleia Legislativa.
Durante o seu discurso, que durou mais de 20 minutos, Cícero adotou críticas ao atual Governo e destacou a sua passagem pelos cargos eletivos que ocupou.
"Não é para ter cargo, não é para ter poder. O poder que nós queremos é mudar a vida das pessoas para melhor. Deus já me deu oportunidade de ocupar muitos cargos, nunca me envaideci por eles, a não ser pela razão de realizar, porque são passageiros, o que fica são nossas práticas, atitudes e nossas ações. Me coloco nesse desafio", disse Cícero Lucena.
Desde janeiro que o MDB formalizou sua aliança com o PSD, em um evento liderado por Pedro Cunha Lima. Em abril, um novo evento oficializou o nome de Diogo Cunha Lima para o cargo de vice.
Nascido em São José de Piranhas, Cícero Lucena tem 68 anos e iniciou a vida pública na década de 90, sendo eleito vice-governador na chapa de Ronaldo Cunha Lima. No entanto, em 1994, depois de Ronaldo sair para disputar o Senado, ele assumiu o Governo.
Depois disso, foi prefeito de João Pessoa por dois mandatos, até sair para ser candidato ao Senado, em 2006. Eleito senador, permaneceu no cargo até 2015. Durante esse tempo, ainda se candidatou novamente à Prefeitura de João Pessoa, mas não foi eleito.
Em 2020, voltou a disputar a prefeitura de João Pessoa, sendo eleito e reeleito em 2024. Permaneceu no cargo até abril deste ano, quando renunciou para disputar o Governo.
Texto: Gabriel Abdon

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